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BETO ERA HOMOFÓBICO, MAS LEVOU...

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Eu tinha vinte e um anos e trabalhava como técnico de manutenção em um projeto de pesquisas. Naquele tempo eu estava namorando a Renata, irmã do Renato. Nosso relacionamento era aberto e eu era sinceramente apaixonado por ela e pelo irmão dela. Nás havíamos nos conhecido na infância, quando eu e o Renato estávamos iniciando a nossa vida sexual um com o outro. Já naquela época a Renata sabia de tudo e gostava de assistir as nossas transas.



Na juventude, reencontrei aqueles dois, casei-me com ela e fomos morar todos juntos num velho apartamento da Mooca. Foram dois anos deliciosos, eu transava com ambos e era tudo aberto e a Renata adorava assistir as minhas transas com o irmão dela, mas nás nunca transamos os três de uma sá vez. Nem ela, nem ele curtiam incesto, já eu. Ah! Como eu queria!



A histária que eu quero contar hoje não tem nada a ver como a Renata e o Renato, que foram o meu melhor casamento. A histária de hoje é do caso meu e do Beto, um viado que não sabia que era viado até que deu o cu pra mim.



O Beto era um outro técnico de manutenção do projeto em que eu trabalhava, na verdade haviam nove técnicos de manutenção naquele projeto e todos nás tínhamos algo em torno dos vinte anos. Aquilo era uma tremenda farra e nás nos divertíamos pra caramba. Pelo menos um fim de semana em cada mês a gente ia pra algum lugar fazer farra, beber, fazer churrasco ou qualquer outra diversão.



Um dos lugares mais frequentes era o apartamento da família do Beto no litoral sul de São Paulo. Era um pequeno apartamento de dois quartos e nás costumávamos ir pra lá e ficar empoleirados em colchonetes espalhados por toda parte, nos quartos na sala, na cozinha e as vezes até no banheiro. Juntar quinze a nove garotos em um pequeno apartamento era uma operação de guerra e sempre era necessário que alguém fosse até lá antes dos demais para fazer compras de supermercado, colocar os colchonetes no sol, e fazer outras pequenas coisas.



Numa véspera de feriado prolongado a turma resolveu passar o feriado na praia, no apartamento do pai do Beto. Eu e o Beto fomos sorteados para fazer os preparativos e fomos na sexta feira para o litoral, preparar tudo (matamos o trabalho, mas nos comprometemos com as chefias a repor este dia num outro fim de semana).



Chegamos no apartamento dele de manhã e trabalhamos o dia todo. A Noite estávamos num prego danado, mas a televisão não estava funcionando. Jogamos um pouco de truco e logo ficamos de saco cheio. Resolvemos sair pra ver o que dava pra fazer naquela noite (estava garoando, o tempo esta uma merda). Fomos andando pela praia e depois de algum tempo escutamos um batuque gostoso. Um samba animado que vinha de algum lugar na beira da praia. Fomos seguindo o som e chegamos num botequinho meio “boca de porco”, com uma lona plástica na frente e com um pessoal muito animado, madando brasa no maior samba.



Pedimos uma pinga com mel, um tipo de especialidade daquele boteco, sentamos numa mesa e ficamos batendo papo. Pouco tempo depois a cara do pandeiro se mandou e os caras perguntaram se algum de nás tocava pandeiro. Eu me apresentei e continuamos no samba, cantando quase sempre os velhos sambas enredo, famosos. O Beto entrou na roda e mesmo não tocando nenhum instrumento ficava cantando junto. Foi o maior barato. Muito samba e pinga com mel.



Por volta das duas da matina, a roda piou e foi cada um pro seu lado. Eu e o Beto tínhamos que fazer o caminho de volta pro apartamento debaixo de uma garoa fina e fria. É claro que nás nem ligamos. Estávamos bêbados que nem gambás. Fomos andando pela praia de madrugada, fazendo troça e brincando adoidado, depois de algum tempo já estávamos molhados e quase congelados. Nas brincadeiras, entramos várias vezes de roupa e tudo na água do mar.



Quando chegamos no apartamento, apostamos corrida para ver quem ficava com o banheiro para tomar banho primeiro. Chegamos empatados e o Beto propôs que tomássemos banho juntos. Era um banheiro grande e dava pra dois com folga.



No começo ficou tudo tranquilo, tiramos as roupas molhadas e ninguém estava de pau duro. Eu evitava ficar olhando para o corpo nu do meu amigo, pois eu não queria que o pessoal do trabalho soubesse que eu era viado. Se olhasse com atenção eu com certeza ia ter uma ereção. O Beto era um cara baixo, cerca de um metro e sessenta e cinco, mas tinha músculos bem definidos, um tárax torneado e poucos pelos no corpo. Ele não tinha barriga de tanquinho, mas também não era gordo, seu rosto não era muito bonito, era ruivo e muito sardento. Usava um cabelo um pouco mais comprido que o normal



Nás ficamos tomando banho, disputando o chuveiro, cada um empurrava o outro para fora e tentava ficar debaixo da deliciosa água quente. Depois de algum tempo, apesar da bebedeira conseguimos chegar num acordo e cada um ficava um pouco debaixo dÂ’água e depois saia para se ensaboar enquanto o outro entrava debaixo do chuveiro.



Quando eu estava me enxaguando e ele estava se ensaboando, eu estava sob o chuveiro, de olhos fechados enxaguando o sabão do rosto e ouvi ele dizer em tom de brincadeira (O Beto era muito brincalhão e adorava imitar bichas):

o Uuuuiiii que pau enooooorme Cláudio, meu amorrrrr!

o Uuuuiiii que bunda redonda Beta, minha gostosa! – eu respondi



Ele virou-se de costas para mim, e ainda com trejeitos de brincadeira, arrebitou a bunda e disse:

o Você goosta querida? Olha como ela é gostosinha – e apertou a bunda de maneira exageradamente afetada.



Eu pensei que aquilo parecia uma das típicas brincadeiras do Beto, mas nás estávamos nus, dentro de um banheiro. Se eu não fosse gay, jamais pensaria em brincar de ser bicha com outro cara nessas condições. Tentei olhar o pau dele, pra ver se estava dando sinais de vida, mas ele estava de costas e eu não consegui ver. Arrisquei. Dei um tapa bem forte na bunda dele e disse em tom de falsa brincadeira.

o Toma! É isso que você quer né?

o UUUiiii! - Ele respondeu – bate de novo

o Toma – eu disse dando-lhe um tapa menos forte, com a mão bem espalmada pegando as duas bandas da bunda dele. Eu deixei que meu dedo médio ficasse bem em cima do rego dele e apertei um pouco.



Já não era mais possível esconder. Ao sentir a bunda macia dele, meu pau foi ficando duro e ele olhou pra traz e disse, ainda naquele enervante tom de brincadeira:

o Ai minha querida! Seu pau duro é muuuuuito grande. Meu cuzinho não aguenta tudo isso – ele dizia isso ainda com a bunda virada pra mim, mas aí deu pra perceber que ele também estava de pau duro



Atolei a mão na bunda dele e comecei a alisar de leve. Ele fechou os olhos e começou a rebolar na minha mão. Puxei ele pela cintura e o trouxe até debaixo da água quente. Quando nossos corpos ficaram colados, meu pau deslizou pela bunda dele. O corpo dele estava todo ensaboado e a sensação de sentir minhas mãos e meu corpo escorregando contra o corpo dele era maravilhosa.



Desliguei a água do chuveiro, peguei o sabonete e dei pra ele.



o Passa sabão no meu corpo – eu ordenei



Ele pegou o sabonete e ficou alisando meu corpo com as mão dele, ensaboando-me inteiro. Quando ele chegou no pau, ele não parava mais de segurar e punhetar, mas percebi que ele não esfregava a minha bunda. Foi então que eu me dei conta que ele não sabia que eu era gay e achava que eu era apenas um cara que estava aproveitando a oportunidade de comer um viado.



o Você já fez isso antes? Eu perguntei

o Não – ele respondeu sério e meio sem jeito

o Eu já comi outros caras. Pode ficar tranquilo que eu faço sem te machucar.

o Eu estou com vergonha

o Tudo bem! agora eu já sei que você está a fim. O jeito é ir até o fim.

o Ta legal! Mas não conta pra ninguém ta bom!

o Pode ficar tranquilo. Isso fica entre nás.



Quem já leu meus relatos sabe que eu sou uma bicha louca, que adora levar rola, sá que sou bicha enrustida e não dou a menor bandeira. Naquele dia entretanto, eu estava diante de um cara que passou a vida inteira tirando o sarro de bichas. Este cara estava bêbado e estava começando a soltar a franga. Sabe aquela histária de que o cara muito homofábico, na verdade é um gay que não tem coragem de dar o cu. Pois é, era exatamente o momento do Beto; ele era esse cara homofábico a fim de se abrir a novas experiências. Se ele queria, quem era eu pra deixar passar aquele rabinho lindo. Vara nele!



Na verdade, eu estava louco pra beijar, abraçar, chupar e dar o cu pra ele, mas eu decidi que eu ia fazer o papel do comedor. O tipo do cara que não se denomina gay sá porque é ativo. Decidi passar ferro no Beto.



Quando nossos corpos ficaram completamente ensaboados, eu virei ele de costas pra mim e comecei a esfregar meu pau na bunda dele. Ele gemia e rebolava e apertava a bunda no meu pau. As vezes ele cambaleava um pouco (efeito da pinga com mel), Eu segurava ele pela cintura e ficava sá madando ver na bundinha dele.



Depois de cansar de encoxar aquela bunda gostosa, virei ele de frente pra mim e disse:



o Pronto. Agora você pode me enxaguar



Abrimos o chuveiro e ele me enxaguou com vontade, ficando um tempão segurando a minha pica. Quando ele começou a querer enxaguar a minha bunda eu disse!



o Epa! Pode deixar que aí eu me viro

o Você não vai me deixar dar nem uma passadinha de mão na sua bunda? Ele perguntou

o Ah! Beto! Aí não vai dar. Eu não curto dar pra outros caras, mas eu gosto de comer. Quando você começou a me atiçar eu pensei que você sá estava a fim de dar pra mim.

o Tudo bem! então deixa eu pegar no seu pau de novo – ele disse rindo – Ai que pausão.

o Então pega minha gostosinha. Vai batendo uma punhetinha pra mim – eu disse



O Beto perdeu toda e qualquer vergonha. A partir daquele momento ele fazia tudo que eu mandava.



o Chupa Betinha!



Lá foi o Beto com a boca no meu pau. Foi logo engolindo a cabeça e chupando com força. Aquilo fez com que o dente dele pegasse no meu pau o doeu.



o Calma Beto! Chupa devagar. Não tem que por força



Ele fez mais leve o foi ficando mais gostoso.



o Isso! Agora vai enfiando e tirando da boca. Lambe a cabeça do meu pau! Isso, vai. Ta gostoso. Agora gospe na cabeça e cai de boca outravez. Lambe as bolas. Aí. Isso. Ai que delícia.



Eu me lembro que quando ele lambeu as minhas bolas, eu tive que fazer uma força enorme pra não virar de costas e abrir a bunda pra ele lamber meu cu. Mas naquela noite eu queria ser ativo. Sá ativo, como costumam dizer aqueles garotos de programa metidos a machões.



Nos enxugamos, quer dizer, ele se enxugou e depois me enxugou. Fingi que não percebi que ele enxugou minha bunda com tesão. Fiz como se estivesse deixando barato, mas na verdade eu adorei sentir ele passado a mão na minha bunda com a toalha.



Fomos para o único quarto com cama que havia no apartamento e nos deitamos.



o Vira de ladinho, com a bunda virada pra mim - eu disse



Ele deitou de lado e arrebitou bem a bunda. Olhei seu rosto e vi que seus olhos estavam fechados e seu semblante era sério, como o de alguém que estivesse pensando.



Desci, abri as nádegas dele e meti minha língua no cú dele. Fui logo de cara enfiando a ponta da língua o mais fundo que eu consegui na cu dele.



o Ahhh Cláudio! PUTA QUE PARIU! Isso é muito gostoso! Vai! lambe meu cu! Que delícia! Eu nunca senti nada tão gostoso!



Eu não dizia nada, é claro, sá metia a língua e ficava puxando e empurrando a cintura dele pra frente e pra traz. Ele gemia e rebolava. Senti que ele começou a se masturbar enquanto eu lambia o cu.



Depois de chupar por um bom tempo, até minha língua começar a ficar cansada, levantei-me rapidamente e coloquei meu pau na boca dele.



o Chupa viado.



Ele chupou com uma habilidade insuspeitada, nem precisei ensinar mais nada. Ele já sabia tudo. Até ficou punhetando a minha rola com a boca, como se quisesse beber “leitiho”, mas é claro que eu estava reservando toda a minha porra pra outra coisa.



o Beto! Ajoelha na cama. Isso. Agora vai agachando até ficar numa posição confortável.

o Assim ta bom! Ele disse, enquanto ia ficando sentado sobre os práprios calcanhares.



Eu fui mudando de posição até ficar por traz dele, contemplando aquela linda bunda, tão branca e redondinha.



o Gospe na mão e passa mais saliva no cu – eu mandei e ele obedeceu

o Agora vai enfiando o seu dedo médio no cú.



Para minha surpresa, ele arrebitou a bunda e fez aquilo com enorme facilidade. Vi o dedo médio dele entrar no cu muito facilmente e em seguida ele começou a fazer uma masturbação anal.



o Viadinho! – eu disse – você ta acostumado a fazer isso!

o Tô sim – ele respondeu, embora eu estivesse afirmando e não perguntando – desde criança que de vez em quando me dá vontade, aí eu me fico brincando com o dedo no cu.

o Agora enfia dois dedos – eu ordenei



Imediatamente ele tirou o dedo médio do cu e retornou com o polegar. Eu nunca tinha visto ninguém enfiando o polegar no cu. Isso foi uma coisa que eu aprendi com ele e até hoje, quando eu fico com vontade de trepar com alguém que está para além das minhas possibilidades, eu me masturbo, normalmente com meu pequeno vibrador, mas se eu tiver ele por perto eu uso os dedos, inclusive o polegar.



Fiquei olhado maravilhado aquele garoto tão homofábico, masturbando-se com o polegar e gemendo descaradamente, com os olhos fechados. Depois de algum tempo ele tirou o polegar e meteu dois dedos. Com os dois dedos ele tinha dificuldade de se masturbar e os movimentos pareciam mais lentos e desordenados.



Puxei a mão dele com delicadeza e meti dois dedos no cu dele. Inicialmente ele fez cara de dor, mas logo em seguida começou a mexer os quadris e eu comecei a masturbar o cu dele. Pouco depois meti três dedos e ele gemeu ainda mais.



o Nossa! Que delicia! Eu nunca tinha deixado ninguém meter o dedo no meu cu – ele disse

o Você já tinha enfiado três dedos alguma vez?

o O quê! Você ta com três dedos no meu cu. Eu nem tinha percebido cara! Não ta doendo nada!



Essa foi a minha dica. Tirei os dedos e coloquei ele de quatro na cama.



o Agora é a hora minha gatinha. – eu disse enquanto me ajeitava por traz dele, ajoelhado na cama

o Vai! pode me comer que eu to morrendo de vontade



Dei uma escarrada no cu dele, enfiei o dedo mais uma vez para garantir que estava bem lubrificado, depois escarrei na minha mão e lubrifiquei meu pau. E finalmente segurei a cintura dele, encostei a cabeça da rola na portinha do rabo dele e comecei a fazer força.



o Relaxa Beto! Eu faço devagar



Depois que eu fiquei brincando algum tempo de forçar e aliviar no rabo dele, ele deu uma relaxada. Percebi e não perdoei. Meti com força.

Ele estava lindo ali tão indefeso, com o rosto contorcido pela dor e eu estava morrendo de vontade de pegar aquele garoto lindo e ter um transa completa com ele, tirar o meu pau de dentro, acariciar o corpo dele, convence-lo a enfrentar a dor da primeira transa, mas eu não conseguia me libertar da lembrança da homofobia dele. Naquele momento eu segurei a cintura dele com força e o derrubei de bruços no colchão para que ele não escapasse.



o Ta doendo pra caralho! Para! Eu não quero mais.

o Calma! Você se acostuma! Na primeira vez é assim mesmo - eu menti, eu sabia que não precisava doer tanto.

o Para por favor. Ta doendo muito.

o Calma! Vamos ficar aqui deitados quietinhos. Daqui a pouco para de doer.



Ele ficou quieto ainda com cara de dor e eu fiquei deitado sobre ele, completamente imável e com meu pau (que é grande, devo dizer) enterrado até o fundo no cu dele. Fiquei observando o rosto dele se contorcendo de dor e tive vontade de tirar fora, mas pouco tempo depois o semblante de dor foi desaparecendo e eu fui ficando mais tranquilo. Apás algum tempo, senti que ele estava movendo levemente o quadril.



o Já parou de doer? Eu perguntei

o Melhorou. Mas deixa que eu vou mexendo devagarinho. Fica parado – ele pediu



Eu fiquei paradinho e ele começou, muito lentamente o mover o quadril com movimentos bem curtos pra cima e pra baixo. Aos poucos ele foi se tornando cada vez mais agressivo e os movimentos foram ficando cada vez mais parecidos com um transa normal.



Quando eu senti que ele estava gostando, puxei ele para a posição de quatro novamente e comecei a foder. Ele parou de mexer o rabo e me deixou foder no meu práprio ritmo. No começo eu fiz movimentos curtos e ele pareceu adorar e depois comecei a foder com tudo, depois de algum tempo eu já estava tirando a rola completamente pra fora e metendo tudo com força. Nossa meu amigo! Aquilo estava muito gostoso.



o Vai Cláudio! Isso Mete que eu gosto! Fode meu rabo! Assim! Assim! Mais fundo mete com força que meu cu já ta arrombado.



Eu metia com tudo no Beto e ele parecia adorar cada estocada que eu dava. Batia na bunda dele, chamava de viadão e ele sá pedindo rola. Era uma bicha completa e muito gostosa por sinal.



Enchi o cu dele de porra (naquele tempo ainda não tinha AIDS) e segurei com força.



o Não tira não! eu quero mais eu ainda quero ficar dando o cu – ele disse.

o Ta legal! Eu vou continuar comendo seu rabinho gostoso seu viado do caralho.



Eu disse isso mas fiquei preocupado, pois depois que eu gozo, muito raramente eu consigo dar uma segunda sem tirar de dentro. Sá que eu sabia que enquanto eu não tirasse e ficasse fazendo tira-põe no rabo dele eu conseguiria conservar o pau duro por um bom termpo, e se desse sorte, poderia acontecer de eu recuperar o tesão e dar mais uma no cu dele.



o Bate uma punheta enquanto eu te como seu viadinho.



Ele começou a bater punheta enquanto eu continuava fodendo o rabo dele. Acho que em menos de um minuto ele gozou. Encheu a cama de porra e imediatamente caiu de bruços e de cansaço. Ficou tão completamente imável que eu até fiquei preocupado, mas olhei atentamente e vi que ele estava roncando. Acredita! O cara acabou de dar o cu, gozou a caiu dormindo antes mesmo que eu tirasse o pau de dentro dele. Tudo bem, eu também já tinha gozado e meu estômago estava virado, já era efeito da ressaca da tal pinga com mel (Nossa cara! Eu nunca mais tomei essa porcaria).



Fui ao banheiro, vomitei pra caramba (maldita pinga com mel!) e depois fui dormir num colchonete do outro quarto (o Beto ronca pra caramba). Mais ou menos quando o sol estava nascendo, acordei com o barulho do Beto vomitando no banheiro, voltei a dormir e ele também voltou para o quarto.



Acordei por volta das nove horas e fui acordar o Beto para irmãos ao supermercado comprar pão e leite que a turma ia chegar por volta das onze horas a fim de tomar café. Ele já estava na cozinha, sentado ao lado da mesa segurando a cabeça com as mãos. Meio assim sorumbático. Ele olhou meio sério pra mim e disse.



o Cara! Ou aconteceu alguma coisa muito esquisita ontem o noite ou eu estou tendo sonhos pra lá de loucos.

o Do que você está falando? – eu perguntei

o Não! nada cara! Eu é que estou tendo uns pesadelos meio esquisitos. Acho que foi a porra da pinga – ele disse com um sorriso que denunciava um certo alívio.

o Beto! Não acredito! Você acha mesmo que sonhou? Seu cu não está doendo não?

o Puta que pariu! Fudeu! Então eu dei o cu mesmo?

o Deu sim e deu bem pra caralho.

o Pá Cláudio! Eu não sei o que deu em mim. Eu não sou viado não, mas se alguém ficar sabendo do que aconteceu eu não sei o que eu faço. Aquilo sá aconteceu por causa da pinga.

o Beto! Nás demos uma trepada deliciosa e você gostou pra caramba. Você gozou sá de mexer um pouco no pau enquanto eu te comia, além disso você me confessou que de vez em quando você faz masturbação anal.

o Puta! Sá faltava essa! Eu não podia fazer isso! Eu não sou viado cara, não sou mesmo

o Cara! Qual é o problema em ser viado! Você gosta! Eu percebi que você gosta enquanto eu comia. Lembra! Você ta falando com a única pessoa que conhece o seu segredo é melhor você se abrir, botar pra fora.



O Beto começou a chorar e eu disse.

o Quando uma pessoa tem vontade de ser uma coisa, ela deve ser o que tiver vontade. Se você quiser pode ser viado assumido, fazer passeata, usar roupa estereotipada e lutar pelos direitos da comunidade homossexual. Mas se você quiser também pode ser enrustido, sei lá. A pessoa pode ter vergonha de assumir, pode querer manter a coisa em segredo. Nem todo mundo é forte o bastante para assumir. Mas isso não dá o direito pra quem não assumiu de ficar falando mal de quem assume.

o Pá! Cláudio, eu tiro o sarro dos viados porque os caras são afetados, ficam imitando mulher, falando fino, rebolando. Isso é ridículo!

o Não é não. Os caras tem o direito de ser como quiserem, os estereátipos servem para identificar grupos, para que pessoas que são parecidas entre si possam se encontrar. Todo estereátipo é meio ridículo para quem não é do meio, olha os marombeiros, os roqueiros, os punks, cada um tem seu estereátipo que ser vê somente para que um punk encontre outro punk, um roqueiro encontre outro roqueiro e um viado encontre outro viado. Eu gosto de rock, mas não me visto como um roqueiro. Essa é uma decisão minha, mas se eu quisesse eu podia comprar uma camisetas do led zeppelin e deixar o cabelo crescer. Eu também sou viado e não uso o estereátipo gay. Verdade que é mais difícil ser reconhecido por outros viados, mas é assim que eu quero as coisas.

o Você não é viado – ele disse – você come os viados e isso é diferente.



Não respondi nada, e matei a vontade que eu estava desde o dia anterior. Ajoelhei-me em frente a cadeira onde ele estava sentado e comecei a abrir o cinto da calça dele.



o Não! Porra! Não faz isso! Agora eu estou sábrio e não vou transar com outro homem nunca mais. – ele disse

o Fica quietinho e curte, se você não quiser que todo mundo saiba o que você fez ontem a noite (na verdade eu jamais entregaria o Beto, mas ameacei pra conseguir o que eu queria)



Ele ficou silencioso e retirou a mão do meu caminho. Eu abri o zíper dele e puxei o pau pra fora. Estava mole, mas eu comecei a chupar assim mesmo. Aos poucos o pau dele foi ficando duro e ele começou a gemer de prazer. Eu sabia que não restava muito tempo até que pessoal chegasse e a gente ainda tinha que comprar o pão e o leite, então eu fui direto ao ponto.



Levantei-me, abaixei a calça até os joelhos e ele ameaçou cair de boca no meu pau que já estava duro.



o Não Beto! Agora não, mais tarde você chupa, agora eu quero outra coisa.



Peguei um pouco de margarina com uma colher e coloquei na mão. Lubrifiquei meu cu e o pau dele e sentei. Ele segurou o pau até achar o meu buraco e então eu joguei o peso do corpo sobre o rola dele. Entrou tudo e a dor foi muito pequena, se comparada com o prazer de ser penetrado. Fiquei subindo e descendo na rola dele e em pouco tempo senti ele gozar dentro de mim. Rapidamente bati uma punheta com a rola dele ainda dentro do meu cu e gozei logo. Enquanto eu gozava, meu cu apertou o pau dele que escorregou para fora, já meio mole.



Eu sou viado desde que me entendo por gente. Sempre gostei de transar com outros homens e não sei porque eu gosto disso, mas eu adoro. Sei que isso também acontece com você. Larga a mão de ser preconceituoso e se você nunca mais quiser fazer e que ficar sá na vontade, pelo menos para de agir como um calhorda e respeita quem tem coragem de realizar o práprio desejo.



Eu e o Beto não transamos nunca mais, mas devo admitir que gostei muito daquela transa. Ela ficava linda quando estava nu e depois que se excitava era um amante muito bom. Ele parou completamente com a atitude homofábica, não assumiu nada e eu nem sei se ele chegou a transar com outros caras, mas piadas e comentários homofábicos nunca mais saíram da boca dele.

Cerca de um ano depois dessa ocasião, ele saiu do projeto e mudou-se com os pais para o interior de São Paulo. No dia em que nos despedimos ele me deu um beijo na boca. Eu gostei daquilo e conservo essa lembrança com carinho na memária.



Beijos na pica



Cláudio



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