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AS VEZES PASSIVO, AS VEZES ATIVO

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O que eu vou contar aconteceu faz uns quatro anos e agora que estou escrevendo algumas de minhas aventuras para este site, percebi que existe um grupo de histárias de sexo anônimo. Lembrei-me que já tive um caso assim, vou tentar lembrar os detalhes.



Acho que esta histária começou quanto estava andando pelo centro de São Bernardo do Campo. Lembrei-me de um amigo que morava naquela cidade e que já tinha transado comigo. Não sabia o endereço dele nem tinha o telefone comigo, tentei entrar em uma agência da telefônica e localizar o endereço ou telefone dele na lista e isso não deu certo. Durante todo o tempo que eu ficava pensando em um modo de localizar meu amigo, meu tesão homossexual foi aumentando (na maior parte do tempo tenho tesão por mulheres), e além disso, minhas fantasias eram abertamente passivas, ou seja, eu queria mesmo era dar pro cara.



Depois de muito tentar localizar meu amigo, tive que desistir, andei sozinho pela cidade que eu pouco conhecia, lembro-me de passar por uma avenida chamada Marechal Deodoro e lembro-me de pensar em abordar algum cara numa praça chamada Lauro Gomes. Eram cerca de 3 da tarde e havia uns caras sentados sozinhos em bancos da praça, parecia que estavam procurando companhia. No fim também não tive coragem, pois não tinha certeza que aquele era um lugar apropriado.



Depois de algum tempo eu estava completamente perdido, cheio de tesão e sabia que precisava encontrar alguém pra me comer, sá não sabia como. Na frente da praça Lauro Gomes, tem um ponto de ônibus, resolvi tomar uma condução para me levar até o estacionamento do paço municipal, onde estava o meu carro. Quando cheguei no ponto perguntei que ônibus passava no paço e uma senhora me disse que quase todos passavam por lá e me disse que era sá entrar naquele que estava chegando naquele momento que eu chegaria até o paço. Assim eu fiz, entrei num ônibus que estava passando e fui andando até chegar práximo da porta de saída. O ônibus estava cheio pra caramba mas eu consegui me espremer até na frente.



Quando eu estava espremido entre uma multidão de pessoas um senhor levantou-se do banco do corredor em frente a mim, e no banco da janela havia uma morena capaz de me fazer ficar com tesão por mulher outravez, eram coxas grossas metidas numa calça de lycra muito apertada. Eu estava com tesão por homens, mas não ia resistir a uma chance daquelas. Imediatamente sentei-me ao lado da garota, na esperança de poder conhecê-la.



Logo em seguida, um senhor de uns setenta anos entrou no ônibus pela porta da frente e eu, apesar de lamentar ter que sair do lado da moça, ameacei levantar e dar lugar aquele senhor. Fui interrompido pela moça que disse que ia se levantar pois tinha que descer no práximo ponto. Ela saiu e o velho sentou-se no banco da janela, mantive meu lugar no corredor pois sabia que em breve eu teria que descer.



Devo dizer que eu estava de pau duro, mas usava uma pasta que eu tinha nas mãos para esconder o meu colo. Até aquele dia eu nunca tinha tido experiências com homens muito mais velhos, e na verdade nem tinha jamais pensado nisso. Naquele momento estava curtindo a minha segunda frustração do dia, ou seja, não tinha encontrado meu amigo e a moça gostosa do ônibus não tinha ficado nem 30 segundos sentada ao meu lado. Eu estava ali, de pau duro, e sem ter como me satisfazer.



Depois que o velho acomodou-se no banco ao meu lado, percebi imediatamente que ele abriu exageradamente as pernas. Ele também estava carregando uma pasta e nossas pernas ficaram fortemente encostadas, mas protegidas da visão de outras pessoas pelas nossas pastas que ficavam sobre nossos colos.



Devo confessar que a sensação inicial foi de estranhamento e que eu nem nunca havia pensado que seria possível sentir tesão por alguém tão idoso, mas por algum motivo, talvez curiosidade, talvez pelo tesão recolhido, eu não retirei a minha perna. Esperei um pouco para ver como eu me sentiria, além disso eu não tinha certeza que o velho estava colando a perna na minha por ser gay. Esperei para ver no que ia dar.



Observei o homem e ele começou a olhar fixamente para fora do ônibus, como se nada que ali estivesse acontecendo pudesse ser de algum interesse. Eu conhecia aquele jeito, eu mesmo já havia brincado de esfregar a minha perna nas pernas de alguém enquanto olhava fixamente pela janela, isto de certa forma aliviava o medo se ser descoberto.



De maneira nenhuma afastei a minha perna e até comecei a achar aquilo gostoso. Parecia uma gostosa sacanagem imaginar que um homem tão velho estivesse sentindo desejo por mim. Depois de algum tempo eu apertei a minha perna com mais força contra ele, um pouco sá, pois ainda tinha medo que o comportamento daquele homem não tivesse nenhuma intenção sexual.



A resposta dele foi a coisa mais deliciosa que poderia acontecer. Senti imediatamente a perna dele apertar a minha com toda a força. Um tesão absolutamente alucinado percorreu todo o meu corpo. Meu pau ficou tão duro que eu pensei que ia gozar sá com aquela esfregada. Eu respondi apertando a minha perna também e começando a movimentá-la de maneira muito suave de tal forma que não ficasse nenhuma dúvida de que eu estava sentindo vontade de foder com ele.



Lembrei-me naquela hora que na juventude eu usei um banheiro público na estação Roosevelt, no Brás, onde um cara tinha deixado uma mensagem para que viados escrevessem o telefone que ele os comeria. Ninguém deixou o telefone, mas diversas mensagens embaixo, confessavam que gostavam de levar rola e muitas pessoas diziam que gostavam de dar o cu para velhos. Fiquei pensando se isto não seria realmente gostoso.



Percebi que meu ponto tinha chegado e nem me importei, mais tarde eu poderia voltar para pegar o carro, tudo que eu queria era estar ali, e de alguma maneira levar aquele homem para uma cama. Ficava imaginando como seria gostoso chupar até deixar o pau dele duro. Eu faria de tudo, me esforçaria para satisfazer aquele homem em todos os seus desejos.



Passei o ponto e fui me esfregando nele durante o caminho e ele correspondia vivamente, sua perna apertava a minha e sua mão foi colocada sob a pasta, na perna esquerda (estávamos sentados do lado direito do ônibus). A mão dele tocou a minha coxa e seus dedos me alisaram de leve. Eu queria que ele soubesse que eu poderia ser passivo pra ele e então pensei: Estou em um ônibus lotado em uma cidade desconhecida. Não conheço nenhuma das pessoas ao meu redor e provavelmente jamais vou voltar a vê-las. Decidi que eu retribuiria o toque de mão na minha coxa com um movimento oferecendo a bunda. Sem tirar a pasta do colo, cruzei as pernas, colocando a perna direita sobre a esquerda, desse jeito a parte de baixo da minha coxa ficou colada na perna esquerda dele. Os dedos da mão dele ficaram encostados na parte de baixo da minha coxa.



Se alguém olhasse para baixo, não teria dúvida sobre o que estava acontecendo, afinal eu estava de pernas cruzadas e com a bunda inclinada em direção ao velho. Minha nádega direita estava praticamente sobre a coxa dele, pelo menos nossas pastas ainda estavam sobre nossos colos, mas isto dava somente uma leve ilusão de privacidade.



Ao agir de maneira tão descarada, tive medo de que o velho se retraísse, mas para minha surpresa, a mão dele que estava encostada na minha coxa, subiu até tocar de leve a minha bunda. Apertei ainda mais a bunda contra a mão dele e ele então tirou os olhos da janela e olhou fixamente em minha direção e eu retribuí olhar.



Os olhos dele não pareciam insinuantes, mas somente curiosos. Parecia que ele estava tentando ver o rosto do cara que estava se oferecendo pra ele, eu já não precisava esconder o meu olhar desejo pois meu rosto estava voltado para a janela do ônibus. Aqueles olhos sérios e compenetrados não combinavam com a mão que estava acariciando a minha bunda. Ele lentamente abaixou mais a mão, até que a ponta dos dedos ficaram debaixo do meu rego e apertou com força a minha nádega, eu fechei os olhos de prazer.



Depois disso, ele manteve a mão sobre a minha bunda e virou-se novamente para a janela. Eu ficava me esfregando nele até não poder mais. Nesse momento, o ônibus já não estava tão lotado e eu percebi que um adolescente de uns dezoito anos, muito gordo estava olhando fixamente para nás. Percebi imediatamente que o garoto estava excitado. Disse para ele somente com o movimento dos lábios:



• É gostoso!



Ele imediatamente virou os olhar para a janela e eu podia perceber que as vezes ele tentava nos ver com o rabo dos olhos.



Fui me oferecendo para o velho ali no ônibus e não via a hora que ele descesse, para que eu o acompanhasse até onde ele quisesse. Estava louco de vontade de chupar! É claro que eu gosto de dar o cu, mas naquele momento eu não conseguia tirar da cabeça a fantasia de chupar aquele homem.



Depois de algum tempo, o velho tirou a mão da minha bunda e se recompôs e em seguida o ônibus parou em um ponto onde quase todos os passageiros, inclusive o adolescente gordo desceram. Eu, o velho e mais dois passageiros permanecemos. Estávamos sentados no terceiro banco do lado direito, logo depois daquele banco alto que fica sobre a roda. Quando olhei em volta, não havia ninguém nos bancos ao lado e os outros dois passageiros estavam em pé na porta da frente aguardando para descer. Não tive dúvidas, enfiei a mão por dentro da calça do velho e segurei o seu pau. Uma pica enorme e dura. Era mais macia que os paus que eu estava acostumado a segurar, mas sem dúvida estava dura. Imediatamente pensei como deveria ser gostoso chupar.



O velho deixou-me brincar um pouco e depois falou comigo pela primeira vez, avisando-me que o ponto seguinte seria o final. Permaneci com a mão no pau dele até que o ônibus começou a diminuir a velocidade, então tirei a mão e me preparei para descer do ônibus.



Quando o ônibus estava parando eu me levantei e fiquei em pé no corredor, ele levantou-se imediatamente atrás de mim e passou a mão na minha bunda de maneira tão descarada que fez barulho, como se fosse um tapa. Percebi que o motorista olhou pelo retrovisor e percebeu.



A calça que eu estava usando era de um tecido relativamente macio (um brim caqui antigo) e muito larga. Senti perfeitamente o dedo médio do velho subindo pelo meu rego e forçando a entrada do meu cu. Ele fez tanta força que mesmo sobre a calça e a cueca, eu ainda pude sentir a ponta do dedo dele entrando com roupa e tudo dentro do meu cu. Meu tesão era tão forte que mesmo olhando nos olhos do motorista pelo retrovisor eu arrebitei a bunda e disse em voz baixa, mas audível para os demais passageiros: Aaaiiih! Que delícia!. O motorista mandou parar com a baixaria e os outros passageiros me olharam e riram. Fiquei com medo que alguma coisa pudesse acontecer, mas logo os dois passageiros desceram e a única coisa que o motorista disse foi um gracejo:



• Ô viado, se quiser tomar no cu, não faz isso no meu ônibus.

• Tudo bem! Me desculpa – eu disse

• Arrumou pica pra hoje em? ele disse rindo e fazendo os dois passageiros caírem na gargalhada

• É Â– eu respondi feliz



Eu até gostei de ouvir aquilo, mas o velho ficou pra lá de envergonhado, sá que ainda demorou um pouco pra tirar a mão da minha bunda. Para você ter uma idéia de quanto tesão eu estava sentindo, é preciso saber que eu sou bissexual e enrustido. Esta foi a única vez que eu assumi em público em toda a minha vida.



Quando acabamos de descer do ônibus eu comecei a conversar com o velho:



• Onde nás estamos?

• Aqui é a estação de Santo André, você não sabe?

• Não, eu devia ter decido muito antes, mas eu continuei no ônibus porque eu queira ficar com o senhor.

• Não me chama de senhor.

• Tudo bem. Eu queria dar pra você. Você me quer?

• Eu não curto frescos, mas você tem uma bunda que parece bunda de mulher.

• Obrigada! Eu disse rindo e falsamente afetado

• Sá que eu não tenho dinheiro pro hotel.

• Tudo bem, eu pago.

• Você vai pagar o hotel pra dar o rabo mim?

• Se você quisesse, você até tirava dinheiro de mim.

• Não, não precisa. É sá pagar o hotel que eu te como.

• Onde é que nás podemos ir?

• Aqui perto tem o cine tangará. Lá sá tem viado. Então, se você quiser se satisfazer é sá pegar um outro fresco por lá mesmo.



Realmente, em menos de 5 minutos nás fomos a pé até um cinema decadente, paguei as entradas e lá dentro estava passando um filme mostrando um cara de uns 50 anos descendo ferro num outro mais jovem. O cinema tinha poucos homens, alguns em pé no fundo e outros espalhados pela sala, que era muito grande.



• Onde que você quer sentar? Ele perguntou

• No seu colo

• Calma rapaz, aqui sá pode bater punheta. Eu te trouxe aqui pra você bater um pra mim.

• Mas eu to querendo mais que isso.



Um pouco adiante havia dois caras se beijando e ele viu e perguntou.

• É aquilo que você quer?

• Aquilo e muito mais.

• Calma! Pode vir comigo.



Ele se sentou em uma poltrona que estava práxima e me fez sinal para segui-lo, quando cheguei lá, havia um cara jovem sentado duas poltronas adiante, batendo punheta sozinho. Olhei o velho e ele estava com uma pica enorme e dura pra fora da calça.



• Bate pra mim – ele ordenou.

Eu peguei na pica dele e comecei a punhetar, o cara que estava ali perto, mudou-se para uma poltrona mais práxima, eu olhei de modo desinibido para o pau dele e pude ver que era pequeno.



• Posso deixar o cara aqui do lado passar a mão na minha bunda? – eu perguntei ao meu homem.

• Pode.



Então eu disse ao cara do lado, um sujeito muito magro e feio de aproximadamente uns 25 anos:

• Você quer passar a mão na minha bunda?



Virei-me e fiquei com a bunda empinada na direção do cara e meu rosto ficou bem práximo da pica do velho. Aproveitei para começar a chupar. Ao mesmo tempo que eu chupava para o velho, o cara atrás de mim começou a alisar a minha bunda enquanto batia punheta. Coloquei as mão para trás e abaixei as calças esperando que o cara me alisasse melhor.



• Não. você não pode ficar pelado aqui – disse o velho.

• Pode sim. Você pode fazer tudo o que você quiser – disse o cara feio

• Tudo bem mas lembra que eu sô dele – eu disse para o cara feio e voltei a chupar aquela pica gostosa e arrebitar a minha bunda já pelada.



Eu chupava e esperando sentir uma mão acariciando a minha bunda, mas o que eu senti foi uma língua penetrando meu cu. Adorei e fiquei quietinho, lambendo o pau do do meu macho da maneira mais gostosa possível.



O pau dele realmente era mais macio que o pau de homem jovem, contudo o gosto era tão bom quanto. Não sei se era impressão minha, mas parece que ele tinha mais gala que os outros caras que tinham metido na minha boca. Ah! Esqueci de contar, era uma pica considerável e bem grossa. O aspecto que mais me ficou na lembrança foi o fato de o pau dele ser bem pontudo, ou seja, a cabeça formava uma ponta fina perto do buraquinho da uretra e ia ficando mais largo mais perto da glande. Eu gostava de ficar fazendo boquinha ao redor da uretra para beber o líquido viscoso e depois ia percorrendo toda a pica dele até lamber o saco.



Chupar o cara era uma delícia, sobretudo porque ele guiava a minha cabeça com muita autoridade, depois de algum tempo. Sua mão direita segurava o meu cabelo e fazia movimentos de subir e descer. Quando ele empurrava, a pica dele entrava toda na minha boca e algumas vezes eu quase engasguei, sá que não teve problema, além do mais eu adorava ouvir ele gemendo.



Uma vez eu olhei para o rosto dele e vi que ele estava com os olhos fixos na tela, assistindo o filme. Na tela, o cara gordo e mais velho estava descendo rola num garoto de uns vinte anos que ficava de quatro pra ele. Então eu disse pra ele:



• Você quer comer o meu cu?

• Quero, mas eu não to a fim de ir no banheiro.

• Por mim você pode me foder aqui mesmo.

• Assim com todo mundo olhando?



Nessa hora o cara que tava lambendo a minha bunda disse –



• Aqui no fundo pode rolar até foda, mas não pode gritar muito alto e se alguém quiser assistir, não pode reclamar.

• Se você quiser é sá me comer, eu acho que vou gostar de ter gente me vendo.

• Você tem camisinha? O velho me perguntou

• Eu não, mas deve ter algum lugar aqui que vende.

• Não, não tem pra vender - disse o cara magrinho

• Tudo bem, eu disse, eu vou até a farmácia e já volto.

• Não precisa - disse o magrinho – eu tenho bastante.

• Você dá uma pro meu macho?

• Dou, mas eu também quero dar o cu hoje. Você me come?

• Posso comer ele? Eu perguntei pro velho?

• Pode.

• Fica se divertindo na minha bunda enquanto eu enrabo esse cara.

• Vai lá.



Virei-me na cadeira e meu pau ficou a vista, estava duro como pedra e o magrinho se assustou um pouco.



• Ai! Que pica enorme! Assim sá na cama.

• Aqui não tem cama. Fica de quatro no chão – eu disse

• Pêra aí, deixa eu vestir a camisinha no seu pau. – assim ele fez.



Ele ficou de quatro no chão, entre as filas de poltronas. Alguns caras que estavam na fileira ao lado se aproximaram e nos cercaram, nas fileiras da frente e de trás. Eu fiquei ajoelhado atrás dele e comecei a lamber o cu.. Naquela hora eu fiquei com medo que o velho se assustasse com o movimento ao redor (eu estava um pouco assustado, mas me acalmei quando vi que os caras envolta sá estavam batendo punheta). – meu medo não durou muito.



Assim que eu comecei a lamber o cu do cara, senti um dedo no meu . Olhei pra trás e vi o velho me enfiando a mão. Adorei e continuei a lamber o cu do magrinho. Empinei o rabo o mais que eu pude e quanto mais eu arrebitava, mais o velho metia o dedo. Fez uma meleca danada de saliva no meu rabo, pois de vez em quando ele tirava o dedo e dava uma guspida no meu cu.



O cu do cara magrinho era completamente sem pelos e tenho certeza que ele se depilava, o saco também não tinha pelos. Apesar do cara ser magro, a bunda era bem gostosinha e redondinha. Os músculos do corpo dele eram bem feitos, e eu gostei da sensação de segurar as coxas dele enquanto metia a língua no rabo.



Nesse momento fui surpreendido. O velho, que estava sentado em um poltrona masturbando o meu cu, decidiu se posicionar de joelhos atrás de mim e começou a me lamber também. Ao sentir a língua daquele homem no meu cu, fiquei completamente louco de desejo e afundava ainda mais a minha no cu do magrinho. De repente senti uma mão segurando meu pau. Olhei para trá e vi que o velho me estava puhentando enquanto metia a língua no meu rabo. PUTA QUE PARIU – Como aquilo estava delicioso. Eu estava lambendo o cu de um cara e sendo lambido e punhetado ao mesmo tempo.



Para minha surpresa, quando eu pensei em enfiar no cu do cara magrinho, não deu vontade. Eu estava tão alucinado, tão passivo, que eu sá conseguia pensar no velho e em dar o cu pra ele.



Parei de lamber a bunda do cara e pedi desculpas. Prometi que depois eu faria tudo que ele quisesse, mas agora eu tinha que sentir o meu macho em mim. Ele disse que tudo bem e que podia esperar enquanto assistia.



Virei-me de frente para o velho e tirei as calças completamente, colocando-as no chão. Depois segurei novamente a pica dele e ficava olhando aquele rola estranhamente pontuda, como se fosse um enorme lápis e imaginei como deve ser gostoso levar aquela rola. Não tive dúvidas, abaixei e mamei outra vez



Enquanto eu chupava aquela pica gostosa, percebi que ia ficando cada vez mais dura, até que não tive dúvidas, pelo suspiro e pela dureza da pica, o velho ia gozar. Parei de chupar pois eu queria levar no cu.



Virei-me de quatro novamente e disse:



• Mete. Enfia no meu rabo que eu não aguento mais de vontade de te dar o cu. Me come.



O velha se ajoelhou atrás de mim, encostou a pica na minha bunda que ainda estava molhada e me deu um tapa no rabo.



• Bate outravez. Eu gosta de levar tapa na bunda.



Levei outro tapa, mas foi de um dos caras que estava na fileira da frente, assintindo e batendo punheta.



• Não. Você não. Sá meu macho me bate.



O cara continuou batendo punheta e deu um sorrisinho do tipo – mas que bicha loca! – Gostei de fazer aquele cara de áculos, frequentador de cine gay pensar que eu era uma bicha desvairada (acho que sou mesmo). O cara não me bateu mais.



Neste momento senti a pontinha fina da pica do velho encostada na portinha toda molhada de saliva que era o meu cu.



• Enfia na sua bicha. Come o seu viado meu macho



Senti a ponta da rola dele entrar. As mãos dele seguravam nos meus quadris e ele puxou com força.



• Ai! Que delícia, você enterrou tudo de uma vez. – pode comer com tudo, meu cu é bem arrombado e eu adoro dar o rabo.



O velho segurou com força os meus quadris enquanto eu ouvi um cara que estava envolta comentar.



• Puta bacharia. Este cara não se dá ao respeito. Nem dá vontade de bater uma pra ele.



Fiquei maravilhado, pois eu estava senda tão absolutamente promíscuo que estava chocando um cara que frequentava um cine pornô. Acho que aquele cara se mandou, mas mesmo assim ainda ficou um monte de gente envolta vendo o velho me comer.



O movimento do velho no meu rabo era completamente frenético. Eu ouvia alto a sua respiração, e a cada enterrada as coxas dele batiam na minha bunda com tanta força que o barulho podia ser ouvido mutio alto. Sabe como é! Aquele plac! plac! De coxa batendo na bunda. É um som delicioso, sobretudo porque quando agente ouve, sabe que está perto de levar porra! Apesar de não ser rechonchudo (1,86m e 86 Kg), modéstia a parte, a bunda é uma delicia. Não muito peluda, mas redonda e macia. Quando alguém pega a minha bunda e aperta, encontra carne macia para apertar. Meu cu não fica amostra assim que eu fico de quatro, mas é fácil afastar as minhas nádegas para ver o buraco em que você vai enfiar a sua rola. Naquela vez, dentro do cinema enquanto o velho me fodia, e seus movimentos alucinados faziam barulho eu podia sentir as minhas nádegas tremendo com o impacto das entradas desesperadamente intensas que ele dava em mim.



• Ah! Fode tudo! Eu quero levar tudo! Mete!



Foi isso que aconteceu! Ele puxou o meu corpo com toda força e segurou meu rabo de encontro ao caralho dele. Eu fiquei alucinado enquanto sentia a porra dele sendo descarregada dentro do meu cu enquanto ouvia ele dizer:



• Eu to gozando. Rebola sua bicha



Eu rebolava em movimentos circulares e esfregava a minha bunda com força nas coxas dele para sentir cada esguicho que ele dava.



• Ai que delícia! Eu disse!



Pude perceber que muitas pessoas que estavam em volta também estavam gozando ou gemendo de prazer.



Quando o velho terminou, ele tirou a rola, me deu um tapinha na bunda e disse:



• Valeu cara!



Levantou-se, vestiu as calças e se mandou. Eu fiquei meio decepcionado, pois eu ainda não tinha gozado, mas eu tinha adorado levar rola e não esperava mesmo que ele desse o cu pra mim.



O pessoal que estava envolta foi se dispersando e para meu espanto, ficou um travesti ali por perto. Eu nem tinha reparado antes que ela estava ali. Era uma mulata linda. Corpo perfeito e vestida com um minivestido ridiculamente pequeno. Olhei pra ela e nem precisei dizer nada, pois ela logo disse:



• Que você quer meu lindo? Quer gozar?

• Quero sim – foi o que eu disse.



Estava pensando em comer a boneca, mas meu tesão ainda era francamente passivo. Eu ainda queria levar mais. Enquanto eu pensava no que ia fazer. A Tgirl deu a volta em torno da fileira de poltronas e sentou-se ao meu lado. Seu minivestido subiu até que eu consegui ver a sua calcinha. Imediatamente eu coloquei a mão sobre o colo dela e comecei a esfregar o seu pau. Ela segurou a minha mão e disse:



• O programa custa cinquenta reais.

• Tudo bem - eu disse – posso começar chupando?



Ela tirou a calcinha vermelha, dobrou cuidadosamente e colocou dentro da pequena bolsa. Depois ficou em pé e começou a bater punheta bem na minha frente. Em breve a pica dela já estava dura. Em seguida ela levantou o pequeno vestido vermelho até acima da cintura e colocou o pé direito sobre a poltrona ficando de frente para mim. Sua pica, era muito parecida com a do velho, ou seja, era pica grande e pontuda também. Sá que era muito mais dura e era negra com a cabeça marrom.



As pernas dela eram incríveis. Duras mas não musculosas. Brillhantes como sá as mulatas conseguem ser. Era possível ver a marca de sol de um minúsculo biquíni.



Segurei a bunda macia e redonda dela com a mão direita e com a mão esquerda segurei naquela rola gloriosa. Eu me ajoelhei e caí de boca e nem precisei fazer nada. Ela mexia o corpo pra frete e pra traz. Fodendo a minha boca deliciosamente. A mão direita dela segurava a poltrona e a mão esquerda estava por traz da minha nuca. Segurando-me com força para que eu não me movesse. Todo o movimento era feito por ela, que enfiava e tirava aquele pau gostoso de dentro da minha boca. Eu salivava e chupava pra deixar mais liso, mas o movimento dela era muito intenso e a cada estcada na minha boca eu ia entendendo que não ia ter jeito. Eu tinha que beber o porra dela.



• Você quer que goze na sua boca meu querido? - Ela disse adivinhando!



Eu apenas acenei com a cabeça sem parar de chupar. Nessa hora ela começou a mexer mais forte até que a gosma salgada caiu na minha boca. Não era muito, mas sem dúvida era porra.



• Não engole nem cospe – ela disse



Ela abaixou-se enquanto eu ainda estava completamente alucinado com o sabor da porra que estava dentro da minha boca. Não conseguia tirar aquele cacete da boca, mas senti que o corpo dela estava se afastando e que o rosto estava cada vez mais práximo de mim. Eu ainda continuava chupando, mas com a boca cheia de porra. Perseguia aquela pica que parecia querer se afastar de mim.



Repentinamente senti as mãos dela puxarem meu queixo para cima, arrancando-me daquele brinquedo maravilhoso que eu estava chupando. Foi quando vi que seus lábios grossos estavam quase tocando os meus. Abri a boca e permiti em êxtase que sua língua penetrasse a minha boca. Eu ainda estava ajoelhado e sentia a mão esquerda dela por trás da minha cabeça, acariciando-me. Sua mão direita fazia carinho em meu rosto e nossas línguas misturavam-se a porra que eu ainda trazia na boca. Dividimos aquele líquido gostoso, gosmento e salgado. Engoli a minha parte e ela fez o mesmo com a dela.



Depois daquilo, levantei-me com aquela tesuda, ainda nua da cintura pra baixo, em meus braços e beijei-a ardentemente. Minhas mãos se alternavam entre as suas costas e nádegas e as mãos dela por fim aquietaram-se submissas nas minhas costas, aceitando o meu beijo como uma mulher. Finalmente permitindo-se levar por um homem bem mais alto que ela.



• Agora você quer que eu chupe ou prefere me comer? Ela disse



Eu não consigo entender até hoje porque eu não queria comer aquela deusa. Mas era essa a verdade. Eu queria comer um cara muito macho. Do tipo que todo mundo pensa que jamais daria. Aí eu disse isso pra ela.



• Tem um cara que é assim perto daqui. Ele cobra mais caro quando faz passivo, mas diz que quem come o cara não se arrepende. - Foi o que ela me disse – se você me der mais trintinha eu te apresento.

• Ta legal – eu respondi – e logo em seguida paguei 80 reais



Saímos do cinema por uma rua que fazia margem à linha de trem e andamos durante alguns quarteirões, até virarmos a direita e logo em seguida entramos num prédio comercial antigo mas bem cuidado. No segundo andar (subimos por escada) havia uma porta fechada com uma placa de propaganda de academia de musculação. Minha musa tocou a campainha.



A porta foi aberta por um moreno com cabelos levemente longos, cerca de 1,70m, sem camisa e com o maior tárax que eu já vi. O cara era sá músculo. Um gigante completo havia veias que atravessavam seu peito e braços. Ele usava uma calça jeans apertada, mas era perfeitamente possível enxergar a musculatura poderosa das suas pernas.



Minha boneca disse a ele que estava levando um freguês especial. Que era pra cuidar bem de mim, e em seguida disse que ia nos deixar a sás. Foi embora e eu nunca mais a vi.



Logo que o barulho dos passos da minha breve amada se foi, olhei novamente para a aquele homem divino que estava diante de mim.



• E aí! o que nás vamos fazer? – ele perguntou sorrindo

• Eu passei o dia todo sendo passivo e queria terminar a noite comendo alguém. Tudo bem pra você?

• Custa 150.

• Uau! - Foi o que eu disse.



Eu tinha o dinheiro e o corpo do cara valia cada centavo. Sorri concordando e pedi para entrar.



• Você não curte ser passivo? Eu perguntei

• Claro que gosto, mas eu cobro porque tem muita gente que paga bem pra comer um cara musculoso como eu.

• Você tem o corpo mais impressionante que eu já vi.

• Quer um cerveja? - Ele ofereceu

• Quero.



Ele foi até a geladeira e voltou com duas latas de cerveja na mão, enquanto meus olhos percorriam o seu corpo. Não disfarcei meu olhar de desejo e ele não ficou acanhado. Pelo contrário, ao se aproximar contraiu os músculos dos braços e do tárax exibindo-se para mim.



Peguei a cerveja e coloquei-a de lado e pedi que ela também se sentasse no sofá onde eu estava. Assim que ele sentou-se, comecei a acariciar as suas coxas e logo em seguida fiz com que a minha mão fosse por baixo do sofá até a bunda dele.



• Vamos tirar esta calça. Eu te quero pelado



Ele se despiu imediatamente. Estava sem cueca sob a calça.



Durante u curto período de tempo ele ficou ali, nu, fazendo uma exibição do tipo halterofilista pra mim. Achei aquilo meio bobo, mas deixei que ele fizesse. Em seguida pedi que ele se aproximasse e ficasse de joelhos diante de mim. Ele veio e eu imediatamente desabotoei a minha calça e coloquei a rola pra fora.



• Chupa! Eu ordenei



Não pensou duas vezes caiu de boca e chupou com todo o gosto. Depois de algum tempo de chupada, ele me puxou para a frente de modo que minha bunda ficou levemente pra fora do sofá, aí ele começava lambendo quase no meu cu e prosseguia a lambida através do meu saco até chegar na cabeça do pau, quando ele abocanhava com força e chupava subindo e descendo. Batendo punheta na minha pica com a prápria boca.



Depois que ele deu uma boa chupada, eel virou-se de costas pra mim e ficou exibindo a sua linda bunda musculosa. Vez por outra ele abria as nádegas e mostrava um cu visivelmente arrombado. Rebolava deliciosamente segurando as nádegas e mostrando o cu.



Pedi que ele ficasse de quatro no sofá. Mas ele me disse que preferia dar na cama. Topei.



Fomos até um pequeno quarto todo espelhado que ficava nos fundos da academia. Para acha-lo era preciso atravessar o escritário. Lá havia uma cama de casal.



• Você prefere no meio da cama ou no canto? Ele perguntou.

• Fica aí na beirada que eu arregaço a sua bunda meu querido.

• Oba! Já vi que vou levar ferro com força.



Ele ficou de quatro na beirada da cama enquanto eu vestia a camisinha. Ao mesmo tempo ele ficava passando KY no rabo.



Quando fiquei em pé por trás daquela estátua grega é que eu entendi o quanto aquele corpo era lindo. Encostei meu pau no cu dele e segurei com força os quadris. Enfiei com toda a força.



• Ai! Calma cara! Assim dái!

• Tudo bem eu vou mais devagar – Mas eu já tinha feito o que eu queria. Tinha enfiado a minha rola de 21 cm de uma vez naquela linda bunda esculpida.



Aos poucos fui começando um lendo movimento de tirar e por. Inicilamente bem devagar e colocando sá a cabeça e tirando. Depois fui aumentando o ritmo. Enfiava cada vez mais fundo e mais rápido. Em pouco tempo ele estava bem relado. Eu tirava o meu pau completamente fora e olhava o seu cu aberto completamente alargado, então enfiava tudo de uma vez como havia feito no começa, mas agora ele já não reclamava.



Depois de ficar comendo um pouco aquela bunda, notei que ele estava começando a se masturbar.



• Você quer gozar? Eu perguntei

• Quero! Ta gostoso. Sua pica é uma delícia.

• Tudo bem! Eu espero você gozar.

• Mas mesmo assim tem que pagar.

• Todo bem. Eu acho gostoso quando o cara que eu fodo goza.



Continuei metendo devagar. tirando tudo e enfiando. Olhando aquele rabo lindo todo arrombado. Enquanto isso ele batia punheta, com a mão direita e se segurava de quatro sá com a mão esquerda.



• Vai. mete com força

• Toma seu viado gostoso. Leva rola, que você gosta.

• Mete! Mete até o fundo! Ai que delícia.

• Sua bunda é um tesão.

• Eu sei. Eu fico malhando todo dia sá pra deixar ela gostosa pra poder dar a bunda.

• Rebola bichona!

• Assim – ele dizia mexendo a bunda.

• Não. Desse jeito – eu respondi, movimentando ele pelos quadris, ensinando-lhe a rebolar em círculos.

• Que delícia! Mais! Fode! Me come! Ai ta tão gostoso.

• Sua bunda é a mais gostosa que eu já comi.



Percebi que ele estava ficando tenso e que iria gozar em breve, então comecei a fazer o tira-põe bem rápido e depois de alguns segundos gozei no cu dele. Ao mesmo tempo ele gozou sobre o lençol batendo punheta.



Ainda fiquei com o pau enterrado no rabo dele por alguns segundos, enquanto ficávamos quietos. Depois tirei de vagar e ele levantou-se e foi até o sofá da academia pegar a calça. Enquanto isso eu me vesti.



Ao chegar na sala, ele já estava de calça e estava tomando uma cerveja.



Quer tomar sua cerveja agora? Ele disse

Não, obrigado. Já é tarde e eu ainda tenho uma longa viagem.

Você não é de Santo André?

Não. É a primeira vez que eu venho aqui.

Vai voltar?

Agora que eu te conheci. È claro! – Eu estava sendo sincero, pois queria mesmo voltar, mas jamais voltei. Portanto estava mentindo sem saber.

Eu tenho muitos clientes, mas é difícil achar um cara que consegue me dar prazer. Muito obrigado – ele disse e pra ser sincero me deixou comovido.

Você é um cara legal e merece se dar bem. Se cuida ta! – eu disse.



Despedimo-nos na porta da academia e eu me atrevi a dar um beijo nele, ele correspondeu. Foi mais que um selinho e menos que um beijo de amor.



Fui embora de Santo André e ainda não voltei lá até hoje.



Até outro dia



Beijos lentos, molhados e cheios de saliva escorrendo pelo rosto!



Cláudio.

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