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COMENDO A CUNHADA - PARTE 2

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Olá pessoal, esta é a segunda parte, ou o segundo conto, conforme prometido. Lembrem-se que estes são relatos reais que aconteceram comigo e minha cunhada entre os anos de 2005 e 2007.

No conto anterior minha esposa estava grávida e minha cunhada estava passando um tempo em nossa casa para ajudar, pois minha esposa teve umas complicações e precisou ficar em repouso absoluto durante um bom tempo. Foi nesta época que acabei conseguindo comer minha cunhadinha gostosa (Comendo a cunhada - parte 1). Pois bem, os dias se passaram e eu já estava louco de vontade de comer minha cunhada novamente, mas ela sempre me evitando.

Certo dia, inventei uma desculpa no trabalho e sai mais cedo alegando não estar me sentindo bem de saúde. Não avisei nada em casa e cheguei por volta das 14:00h, parei o carro na frente da casa da vizinha para não chamar a atenção e entrei em casa pelo portão lateral (como falei no conto anterior, morávamos na parte de cima de um duplex, e tinha uma entrada lateral isolada da parte de baixo da casa, ou seja, poderíamos entrar em minha casa tanto pela casa de baixo como por uma escada exterior na lateral da casa) e foi o que fiz. Ao entrar encontrei o maior silêncio em casa, como tenho a chave não precisei chamar ninguem, abri a grade com o maior cuidado para não fazer barulho e entrei devagarinho, fui direto ao quarto onde minha cunhada estava dormindo, e ela estava deitada com um vestidinho meio velho já, desses que sá dá para usar em casa mesmo, com uma perna esticada e a outra encolhida, fazendo com que o vestido subisse e deixasse as pernas e coxas totalmentes descobertas, e os braços por baixo do travesseiro, da minha posição na porta dava para ter uma visão parcial de sua boceta, coberta por uma minuscula calcinha verde claro que insistia em ficar enfiada naquele cuzinho que era o meu propásito agora. Cheguei o mais perto que pude e arrisquei levantar um pouco mais seu vestido e vi que a calcinha era de renda na frente e mal cobria uma banda de sua xoxota enorme, passei a mão de leve sobre a calcinha mas ela se mexeu e esticou a outra perna acabando com minha visão. Resolvi então ir olhar lá embaixo para ver como estava minha esposa, minha tia e a empregada dela. Passei primeiro no quarto onde minha esposa estava dormindo profundamente, fui até o segundo quarto onde minha tia dormia em uma cama e a empregada na outra. Subi novamente com cuidado e ao chegar perto do quarto de minha cunhada escutei um som de conversas, e fiquei parado escutando, era o namarodo dela que havia se mudado para Natal por causa do trabalho, e estava falando com ela pelo celular, fiquei observando pela fresta da porta entreaberta ela estava deitada com a barriguinha pra cima e uma das pernas dobradas e a outra esticada, o vestido tinha sido puxado todo pra cima da barriga, e ela passava a mão livre sobre a boceta por cima da calcinha, como se estivesse fazendo um carinho, passei a prestar atençao na conversa e pelas respostas que ela dava, eles deviam estar falando de sexo, aí ela enfiou a mão por baixo da calcinha e esfregou demoradamente sua bocetinha, pra cima e pra baixo e as vezes em movimentos circulares, dando claramente a certeza que estava se masturbando. Fiquei louco para me jogar em cima dela naquela hora, mas me segurei e fiquei me masturbando. Foi então que o celular dela deu um sinal e desligou, tinha acabado a bateria, ela chingou o aparelho e o jogou de lado, erguendo um pouco o corpo e tirando de vez a calcinha e uma das alças do vestido, passou a se masturbar mais intensamente e apertar os mamilos já durinhos de tesão, as vezes abria a boceta com uma mão e enfiava dois dedos da outra mão bem fundo em seguida tirava e lambia e repetia tudo de novo. Era minha deixa, tirei toda a roupa e entrei no quarto já com a pica apontando para o céu, ela teve o maior susto novamente, mas eu nem deixei ela parar para pensar no que estava acontecendo, fiz sinal de silêncio para ela e puxei as pernas dela para a beirada da cama e enfiei minha cara naquela xoxota toda melada fazendo ela se contorcer toda de tesão e enfiar as unhas no colchão, chupei até fazê-la gozar em minha boca, e não perdi nada daquele melzinho delicioso que escorria até o cuzinho dela, quando gozava ela fez tanto barulho que dessa vez tive medo de ter acordado alguem lá embaixo (e alguem ouviu mesmo, mas isso é outra estária).

Depois de ter gozado e já mais calma, ela me puxou para cima da cama me deitou de costas se posicionou de quatro e começou a me retribuir a chupada, ora engolindo toda minha pica, ora apenas passando a lingua na cabeçinha dela e olhava pra mim para ver minha cara de prazer, para em seguida engolir novamente minha pica. Aos poucos fui fazendo ela girar o corpo e passar a perna por cima de minha barriga ficando com a buceta e o cobiçado cuzinho na minha cara, passei a lamber sua xoxota e seu cuzinho em movimentos compassados fazendo ela rebolar e as vezes esfregar a boceta em minha cara e nariz como se quizesse que ele entrasse na bucetinha, aproveitei o tesão dela e comecei a brincar com o dedo no cuzinho enquanto chupava a bucetinha, cada vez enfiando mais um pouco e sentindo ela "morder" meu dedo com o cu. Isso me deu tanto tesão que não aguentei e avisei que iria gozar, ela ao invés de parar aumentou o ritmo e eu explodir em sua boca e ela engoliu tudo e ainda ficou passando a lingua para limpar meu pau que não deu o menor sinal de que iria baixar.

Ela se virou de frente para mim, e abriu os lábios da boceta com as mãos e voltou a esfregar na minha cara enquanto dizia "chupa minha buceta seu puto, você não gosta de chupar buceta não é? minha irmã disse que você adora fazê-la gozar em sua boca. Então toma, seu porra, me chupa até ficar com a lingua dormente. Entre as esfregadas que ela dava em minha cara, eu aproveitei para pedir a ela para comer seu cuzinho mas ela sá me respondeu: Não para que eu vou gozar novamente, não pára, eu vou ... aaaaaahhhhhhhhhhh!" E caiu de lado quase desmaiada. Ficamos um tempo largados, comigo alisando seus peitos e ela quase dormindo, aí lembrei que ainda não tinha comido seu cuzinho e era isso que queria naquele momento, então chamei ela para tomarmos um banho juntos, ela não quis ir mais eu insisti até ela ceder, embaixo do chuveiro eu ensaboei ela toda e virei ela de costas para ensaboar suas costas e bunda, fui passando sabonete em seu reguinho e brincando com seu cuzinho, ela percebeu e perguntou se eu queria comê-lo também, eu respondi que era tudo que queria naquele momento, ela se virou me deu um beijo e disse vamos sair então. Terminamos o banho e voltamos para o quarto, mas antes ela vestiu o vestido e foi verificar como estavam lá embaixo. Voltou logo e disse que a irmão e minha tia estavam dormindo, perguntei pela empregada e ela disse que não estava em casa, estranhei mas deixei pra lá. Agarrei minha querida cunhada pelos braços e deitei na cama já arrancando seus vestido, chupei os peitos e fui descendo até a bucetinha, brinquei um pouco e virei-a de costas, que visão maravilhosa, ela tem uma bunda perfeita, redondinha, sem manchas e com a marquinha de queimada de sol de um biquini minúsculo, um tesão. Levantei um pouco ela pelos quadris e coloquei um travesseiro por baixo, mas foi pouco e botei outro, deixando ela numa posição linda com aquela buceta e cuzinho prontos para serem consumidos como eu quisesse. Passei a lingua em seu botãozinho e ela se arrepiou toda e contraiu a musculatura, brinquei com ela para se descontrair e voltei a chupar sua boceta indo até o cuzinho e voltando até ela acostumar, me posicionei atrás dela e pincelei meu caralho na portinha da buceta deixando ela toda babada, eu enfiava sá a cabecinha na buceta e quando tirava esfrega em seu cuzinho, deixando ele tão babado quanto a xaninha dela, quando ela já estava pedindo para eu fuder sua boceta, eu enfiei tudo de uma vez e bombei com força arrancando palavras sem nexo dela, que sá me pedia para fudê-la mais, foi então que tirei de sua bocetinha e apontei na portinha de seu cu e fui enterrando bem devagar, ela não reclamou e ainda ajudou abrindo as nádegas com as mãos, "é isso que tu quer né seu porra, come meu cu seu filho da puta, enfia essa rola grossa nele, me arromba toda que eu quero ser tua por completo. enfia até o talo essa pica no meu cu, você é o primeiro homem que come ele, me faz tua puta" e eu ia enfiando no cu dela e tocando uma siririca ao mesmo tempo. Não demorou muito e avisei que iria gozar, ela me disse "goza dentro do meu cu meu garanhão, come o cu da tua cunhadinha come" e eu gozei feito um doido naquele cuzinho apertado que ficava mordendo meu caralho me levando a loucura.

Sai de dentro dela e cai na cama com o pau meio mole, ela deitou do meu lado, me deu um beijo na boca e perguntou se tinha gostado? eu falei que tinha adorado e ela disse que já que minha mulher não me dava o cu, eu podia comer o dela sempre que quisesse (Não sei como ela sabia disso, acho que minha esposa falou com ela). Ficamos um pouco deitados, aí levantei e fui tomar banho, quando saí ela entrou para tomar banho também e eu desci para ver como estava lá por baixo, encontrei a empregada acordada e ela não conseguia disfarçar que tinha nos escutado (depois fiquei sabendo que tinha até nos vistos pela fresta da porta), mas agi como se nada tivesse acontecido e fui para o quarto de minha mulher acordá-la. Minha cunhadinha gostosa desceu, foi até o quarto e falou com a gente normalmente, parecia que não me via desde manhã.

Quanto a empregada, acabei comendo ela também outro dia, mas isso conto na práxima. [email protected]

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