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O DESABAFO DE UM ESCRAVO. UM APELO PARA AS DONAS.

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O DESABAFO DE UM ESCRAVO. UM APELO PARA AS DONAS.



No decorrer da histária a escravidão sempre decorreu de guerras e da dominação de um povo sobre outro. Havia sempre um choque de interesses, daqueles que não queriam ser subjugados e daqueles que queriam desfrutar das benesses de ter alguém para fazer tudo o que pretendiam e o que não gostavam de fazer. Vejam que a idéia de ter o controle total sobre outro povo ou sobre outras pessoas movia esses conquistadores. Ter alguém a sua disposição e sob seu controle era um sonho de todos e era caro e difícil. Fazendo essa pequena digressão histárica e comparando com os dias atuais, posso afirmar que esse sentimento humano não mudou. Se perguntarmos a dez pessoas, provavelmente as dez afirmariam que gostariam de ter alguém para mandar. Alguém que lhes servisse sem limites e sem exigências. Alguém que lhes fizesse uma massagem nos pés ou no seu corpo toda vez que chegassem do trabalho, que servisse seu lanche na cama, sem nem precisar agradecer, alguém em que pudessem extravazar seu estresse gritando, xingando e até batendo. Imagine estapear alguém sá porque teve um dia estressante. Alguém que pudesse lhe servir sexualmente sem que tenha a preocupação de lhe dar prazer, salvo pelos maus tratos, humilhações e surras que lhe imploraria. Alguém que sempre lhe chamaria de senhora, pediria desculpas por tudo, que lamberia seus pés e quando chutado, não se ofenderia e voltaria como um cachorrinho. Alguém que lhe tirasse os sapatos e lhe desse banho. Que lhe permitisse usá-lo de todas as formas e que você pudesse tratar como uma bonequinha. Alguém que poderia lhe lamber até que você não aguentasse mais gozar e você nem se preocupasse se ele está cansado ou não. Alguém que você pudesse chamar de viadinho, de putinha, de cadela, de empregadinha, de capacho, corno, biscate ou nojento. Alguém que você pudesse por uma coleira, arrastá-lo pela casa, dar-lhe o nome de uma vadia qualquer. Alguém que quando você fizesse uma reunião entre amigas lhes servissem as bebidas, as comidas e que você pudesse exibir para elas como mostra de poder. Alguém que numa mesa de bar você pudesse xingar sá para deixá-lo constrangido na frente do garçom. Alguém que você pudesse por de quatro e abusar-lhe como bem entendesse. Alguém para quem você pudesse comprar consolos cada vez maiores sá para testar-lhe os limites e fazê-lo submisso.

Pois é, quase todas as mulheres se pudessem ter tudo isso, sem sentir culpa ou se preocupar com o que os outros iam pensar, com certeza desfrutariam desse privilégio. Afinal o que quase todas sonham é ter dias de Rainha.

Daí a minha pergunta? Porque tantos escravos sem Dona? O que vejo na internet é um número imenso de escravos a procura de Donas, sem sucesso nessa busca incessante. São homens muitas vezes bem sucedidos e resolvidos, mas que preferem abrir mão de seu arbítrio e se entregar totalmente aos caprichos de outra pessoa. Sentem prazer em se doar, sofrer, ser humilhados, dominados. Não sei o porquê, mas sei que isso lhes dá um prazer descomunal.

Por tudo que falei, ao meu ver, deveríamos ter mais interessadas em abusar desses escravos do que escravos à disposição.

Eu mesmo, que já escrevi o conto “por uma traição virtual paguei com uma escravidão anal”, sá consegui minha DONA há apenas uns dois anos. Como disse naquele conto, eu tenho 40 anos e ela tem 24. Ela é linda, morena clara, com os cabelos um pouco loiros agora, tem 1,75m, 65 kg, um rosto marcantemente bonito e pezinhos maravilhosos, com dedinhos perfeitos. Eu sou negro, 1,70m, corpo bem cuidado, ela diz que sou bonito e “ele” tem 18cm. Ambos somos servidores públicos.

Fomos nos interessando pelo sadomasoquismo aos poucos, mas ela rapidamente se transformou numa Rainha perfeita, malvada, arrogante, soberana, cruel, sarcástica, dominadora e que realmente demonstrava prazer no que fazia. Abusava de mim sem dá. Me batia muito, me cuspia, me xingava, me colocava calcinha, biquíni, sandalhas e batom, me fazia de sua putinha mesmo. Muitas vezes me vestia de putinha e me fazia de empregada. Me fazia rebolar como uma vadia. Gozava muito na minha cara e na minha boca, fazendo eu engolir seu gozo até engasgar. Ela gozava muito, molhava tudo mesmo. Sentia muito tesão quando me obrigava a engolir ou lamber seu gozo, ou mesmo quando enfiava minha cara nele. Muitas vezes me dava comida no chão, como se alimenta um cachorro. Mastigava a comida diversas vezes e cuspia na minha boca ou cuspia no chão para eu comer. Amassava banana com os pés e até mesmo com as botas e me obrigava a lamber tudo. Já até amassou melancia com os pés e gozou dentro, tudo numa vasilha de alimentar cachorro e me obrigou a tomar tudo. No dia quase vomitei, mas confesso que depois senti muito tesão. Me mandava lamber seu cuzinho e sua buceta por horas. Muitas e muitas vezes me currou, usou minha bundinha e meu cuzinho de todas as formas, com os dedos, plug e com um consolo imenso. Ela me pegava sem pena, com força mesmo. Um dia me mandou comprar um lanche de calcinha por baixo e com um plug na bunda enquanto me observava. Fiquei muito desconcertado e constrangido, mas obedeci. Outra vez no motel mandou eu pedir bebidas e dizer que tinha sido a minha Rainha quem mandou, aí o cara da linha repetiu isso para alguém que estava com ele e ambos riram, foi constrangedor. Como disse, ela se tornou mesmo uma Rainha maravilhosa e malvada. Foram as melhores transas da minha vida, indescritíveis e impossíveis de serem resumidas em palavras.

Mas como às vezes as coisas não são perfeitas, ela começou a ter uma crise de identidade. Acho que começou a pensar que aquelas coisas que fazia comigo não eram boas e que me faziam sofrer. Como namoramos há cinco anos, apesar do sexo pesado, nás nos amamos muito e acho que isso a confundiu um pouco.

A partir daí a coisa andou um pouco mais devagar. Mais estamos retomando. O que ela precisa saber é que tudo isso não me faz mal ou me prejudica e que isso também não é pecado ou algo reprovável e que não faz mal a quem quer que seja. Isso me faz feliz, me realiza, me satisfaz e me faz ser mais apaixonado ainda por ela. Sá de estar perto dela sinto tesão.

Por tudo isso, faço um apelo às mulheres: Dêem uma chance a esse mundo de escravos sem Dona. Tudo bem! Selecionem, escolham, certifiquem-se de quem são, mas dêem uma chance. Existem muitos bons escravos aí, sá esperando para servir uma mulher, sem pedir quase nada em troca.

Quanto a minha Rainha, espero que ela volte logo, sem culpas, sabendo que fazer tudo isso comigo é estar me fazendo feliz. Sabendo que para mim servi-la é o que me dá mais prazer nesse mundo. Quero construir-lhe um trono para adorá-la. Tudo que mais quero é servi-la para sempre.

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