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MEU PRIMEIRO CONTATO...

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Minhas amigas e colegas de colégio viviam me contando coisas sobre sexo e dizendo que quando eu fizesse pela primeira vez não aguentaria mais ficar sem. Eu me masturbava, mas não tinha coragem de fazer alguma coisa a mais, a não ser dar uns beijinhos, com namoradinhos como as meninas de meu círculo de amizades. Naquele dia estava extremamente excitada sem conseguir tirar da cabeça a narração de uma colega da escola do que ela havia feito na noite anterior com seu namorado. Ao chegar a casa a primeira coisa que fiz, relembrando o caso, foi correr para o banheiro e me masturbar. Estava bem excitada com a bocetinha inchada e molhada de desejos. Mas mesmo assim, saciando minha vontade com a masturbação, à noite, quando fui para a cama, ainda sentia vontade de fazer como ela contara. Já sentindo o sono chegar notei a porta do quarto se abrindo devagarzinho. Podia ver pela pequena claridade existente vinda do lado de fora e pela janela. Reconheço a pessoa que está cuidadosamente entrando em meu quarto e totalmente em silêncio. É meu tio que naquela noite pernoitava em casa. Ele se aproxima da cama. Finjo que durmo. Cuidadosamente e bem devagar vai retirando de cima de mim a colcha que me cobre. Estou de baby-doll, curtinho e quase transparente. Estou de bruços e com os braços por baixo travesseiro. Por fim estou descoberta. Sinto o olhar dele tentando enxergar meu traseirinho em meio ao lusco-fusco do quarto. Minhas pernas estão levemente afastadas uma da outra. Sinto ele se abaixar e me cheirar sentindo o meu perfume que passo todas as noites antes de dormir. Levemente encosta suas mãos em meu traseiro. Sinto o calor delas através da calcinha. Não me mexo para lhe informar que estou gostando e deixando. Ele nota isto e carinhosamente fica a passar suas mãos em meu traseiro. Qualquer pessoa recebendo aquelas carícias iria acordar, portanto ele já sabe que estou acordada e concordando com o que está a fazer. Depois de um tempo procura as laterais de minha calcinha e começa a puxá-las para baixo em rumo aos meus pés. Em instantes estou sem calcinha e deliciosamente recebendo carícias em meu traseirinho. Gemo lhe mostrando o quanto estou a gostar. Acaricia meu traseiro e agora deixa um dedo entrar e relar a entrada de meu cuzinho. Quando passa pelo meu cuzinho, sinto um arrepio intenso e ele nota. Pega meus pés e os separa mais para que minhas pernas fiquem também mais separadas. Agora além de acariciar meu traseirinho, meu reguinho toma também de assalto a minha bocetinha acariciando-a toda. Fico sem graça, pois minha bocetinha começa agora a se molhar jogando para fora todo mel que produzo quando me excito. Meu tio molha sua mão neste meu mel e o esparrama por todos os meus dois reguinhos; o do cuzinho e da bocetinha. Enfia a mão entre minhas pernas abarcando mais a minha bocetinha e me força a levantar um pouco o traseiro. Enquanto massageia, agora, minha bocetinha, me masturbando, dá leves mordidelas e lambidas nas bandas de meu traseiro. Pouco a pouco vai se aproximando do meu reguinho e nele faz correr a sua língua. Sinto-me tonta. Sem forças para raciocinar. Sua língua quente e úmida toca o meu cuzinho. Que coisa louca o que sinto. Todo o meu corpo quer participar daquele ato. Masturba-me e lambe o meu cuzinho. Ninguém nunca tinha feito aquilo comigo e eu nem sabia que existia tal prazer. Eu sá conhecia os prazeres das minhas brincadeiras de me masturbar. Meus peitinhos estão agora mais duros com os biquinhos mais pontudos. E assim, deitada de barriga para baixo, sinto-os doer com o peso de meu corpo. Suspiro forte e procuro me virar para a posição de barriga para cima procurando mais conforto. Meus peitinhos doíam, mas eu não queria parar. Meu tio me solta e deixa-me tomar a posição que procuro. Meu tio me orienta e puxa meu corpo pelos pés até que meu traseiro ficar somente com a metade na beirada da cama. Delicadamente apáia meus pés nos chão ao mesmo tempo em que me mostra que quer minhas pernas as mais separadas possíveis. Entendo e obedeço. Sinto seu rosto em meio as minhas pernas e imediatamente sua língua tocar minha bocetinha. Lambe-me toda a bocetinha; em todos os cantos. Um pedacinho da minha bocetinha, logo no começo do reguinho dela, está durinho e ele o coloca na boca chupando; tenho o clitáris um pouco avantajado. Eu queria gritar de tanto prazer. Que coisa gostosa era aquilo que eu não conhecia e ninguém havia me dito o quanto era bom? Será que eu tinha alguma colega de escola que já conhecia aquilo e fazia com seus namorados. E será que meu tio não estava me tomando por uma vadia? Com este pensamento consegui lhe dizer baixinho que ainda era virgem... Os pensamentos eram desencontrados e delirantes. Quanto mais meu tio chupava minha bocetinha mais eu queria abrir as pernas; queria que ele entrasse dentro de mim. Senti que uma coisa dentro de minha bocetinha, lá no fundo do canal, aumentava de tamanho. Era gostoso, mas isto se misturava ao medo do desconhecido, mas também ao prazer que não me deixava interromper o processo. Era gostoso ao extremo. E a língua do meu tio não parava de me lamber; sua boca de me chupar. De repente eu me contorci e dentro da minha bocetinha contrações mil me deixaram maluca. Era como se minha bocetinha tivesse se tornado uma boca que queria sugar alguma coisa. Eram contrações intensas que me obrigaram a morder o travesseiro para abafar os gemidos. Líquidos abundantes eram expulsos pelo buraquinho de minha bocetinha os quais meu tio tomava tudo. Ele tomando os meus líquidos me excitavam mais ainda. Por fim meu corpo foi entrando num relaxamento total. Não conseguiria nem levantar-me se quisesse. Meu tio também foi parando aos poucos de me lamber e chupar até parar por completo e se jogar ao chão. Momentos se passaram até que eu conseguisse voltar à posição normal de deitada na cama e meu tio se levantasse. Sentou-se ao meu lado na cama e buscou minha mão. Sá aí é que notei que ele estava somente de roupão. Abriu o roupão e me fez pegar algo... duro, ao mesmo tempo macio, quente, meio molhado em meio as suas coxas. Então notei que era entre as suas pernas e que aquilo era o seu pinto. Daquele tamanho? Assustei-me e retirei a mão... Aí ele falou pela primeira vez e bem baixinho que era para eu me acalmar que não iria me fazer nenhum mal, mas que somente queria um pouquinho de carinho meu e que também se eu não quisesse iria agora embora. Um sentimento misturado de compaixão com curiosidade me fez, lentamente, voltar e com a mão procurar aquela coisa. Então me explicou que era o seu “pau” e que quando fazia com alguém o que tinha feito comigo ficava assim grande, duro e como eu, se molhava. Explicou-me também que o que eu tinha sentido ele também sentiria se eu continuasse a acariciá-lo. Continuei a acariciá-lo passando a mão. Pegou minha mão e disse como era para eu fazer. Envolvi o seu “pau” com minha mão, que não dava para dar toda a volta em todo ele, e fiquei esfregando num vaivém como ensinara. Ele se inclinou e deu um jeito de abaixar a parte de cima de meu baby-doll e descobrir meus peitinhos -- que de tão pequenos cabiam tudo em sua boca -- que começou a chupar alternadamente. Adorei... Isto fez também com que eu gostasse mais, e quisesse mesmo, ficar pegando no seu “pau”. Depois de um tempo e vários gemidos abafados de sua parte disse que um líquido iria escorrer, mas que não era para eu parar que tinha trazido uma toalha e limparia tudo. Um tempo se passou e eu já estava começando a ficar cansada quando senti, num gemido maior de sua parte, seu “pau” fazer o que parecia o que minha bocetinha tinha feito. Entrou em convulsões e um líquido quente escorreu por minha mão. Não sabia se era para parar e continuei a fazer-lhe massagens de vaivém lambuzando tudo; seu “pau”, minha mão... Pediu para eu parar, mas continuar a ficar segurando. O seu “pau” foi amolecendo, murchando. Na minha cabeça eu achava que era porque estava cheio de líquido e quando expulsou não havia mais razão de ficar duro. Por fim estava molinho e pequeno. Meu tio perguntou se eu queria provar o gosto que tinha. Que era quase igual ao meu... Achei nojento o oferecimento, mas como uma vez eu, me masturbando, provei do meu levando o dedo molhado de meu práprio mel a boca, dei uma lambidinha na minha mão ainda molhada do mel do meu tio. Não achei nada demais, mas não quis continuar. Ele então me entregou a toalha; limpei-me; ele me deu um beijo na testa e foi dormir. Eu estava exausta e ao mesmo tempo com uma sensação de satisfação não imaginada. Pensaria nisto depois. Este foi o meu primeiro contato com sexo que hoje adoro fazer, falar, escrever... Aliás, adoro tudo relativo a sexo.

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