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DESCOBRINDO A SACANAGEM 05

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Ola! Me chamo Marcos e vou continuar a relatar o conto “Descobrindo a Sacanagem” a quarta parte do conto terminou com o Rodrigo dizendo que tava louco pra me comer. Vamos ao conto.



- Eu to louco pra te fuder. Se teu cu for tão bom como é tua boca. Muluque C ta fudido vou te comer sempre.

Logo depois minha mãe me chama, não pude voltar lá naquele dia. No domingo também não deu. Eu já tava desesperado, o que tinha acontecido no sábado não sai da cabeça. Sá vi o Erik segunda- feira na escola.

- Porra meu! C não voltou?

- Não deu. Minha mãe não deixou, no domingo fui à casa dos meus avôs. O pior que agora é sá daqui a 19 dias né?

- Que nada, o Rodrigo não volta pra São Vicente. Ele vai ficar por aqui.

Quando eu ouvi essas palavras meu pau subiu na hora.

- Vou lá hoje depois da aula ta?

- Beleza! Acho que minha avá não vai ta lá.

Não via a hora de ir pra casa. Nem prestava atenção a aula, na minha cabeça sá vinha sacanagem. Era um misto de medo e tesão até uns meses atrás eu era o maior cabaço do mundo. Mal sabia tocar uma punheta, e agora já havia feito uma porção de sacanagem tinha mamado uma rola enorme e tava louco pra sentir ela no meu cuzinho. Eu fechava os olhos e via o Rodrigo na minha frente. Putz!!! Cheguei em casa engoli correndo a comida e fui correndo pra casa do Erik. O Rodrigo me recebe na porta.

- E ai muluque. Como C ta?

- To legal. Sua avá tai?

Ele ri e diz:

- Não. hoje a tarde vai ser nossa.

Logo depois o Erik aparece e diz

- Vamos lá pro quarto

Fui seguindo o Erik. Minhas pernas tremiam pra caramba, sentei na cama tava ansioso O Rodrigo entra me olha com uma cara de safado e diz:

- É hoje que arranco esse cabacinho.

Fica de pé na minha frente tirando a bermuda. A pica já tava dura

- Da uma pegadinha nela.

Minhas mãos tremiam, segurei de leve a pica dele por sobre a cueca ela pulsava na minha mão, baixei a cueca dele e aquela rola enorme saltou pra fora na altura da minha boca. Fui enfiando na boca num desespero maluco

E ele diz:

- Vai com calma agente tem a tarde toda.

Sá balancei a cabeça, chupava como se fosse a ultima vez que chuparia aquela pica.

- Calma muluque! Assim vou acabar gozando.

- Vem cá, tira a roupa. Deixa ver essa bundinha

Eu tirei a roupa rapidinho

- Apáia as mão na grade da cama, abre bem as pernas. Isso.... Agora empina a bunda.... Que delicia....

Ele abre minha bunda.

- Caralho..... E não é que esse cu é seladinho mesmo.

Ele passa a cabeça da rola no meu reguinho, sinto um arrepio gostoso que vai da pica até cu, cheguei a contrair a bunda. Cada passada de rola que ele dava meu cu piscava. Sinto uma cusparada bem cu. Novamente sinto a rola deslizar pelo meu rego todo melado de cuspe, sinto a pica dura como pedra cutucando meu rego a procura do meu cu, instintivamente empino a bunda, a rola encaixa certinho na portinha, ele força o corpo pra frente, sinto a rola entrando devagar, as primeiras pregas vão se rompendo, dou uma gemida, uma dor fina me invade, ele para por um instante, se ajeita e força a entrada novamente, a rola vai entrando, sinto dor, mas não peço pra parar, é uma dor suportável, ele me segura pela cintura, me puxa contra si, ao mesmo tempo força a pica no meu cu, meu esfíncter cede e a cabeça entrar. Minhas pernas bambeiam ele da uma gemida e diz:

- Entrou.......

Fica parado por um tempo me segura firme pela cintura me puxando contra seu corpo, a rola vai me rasgando, entrando centímetro por centímetro, sinto um misto de dor e prazer, uma sensação gostosa que vai da pica até o cu, empino bunda pra facilitar a entrada, o saco toca minha bunda, sinto 24 cm de pica pulsando dentro de mim, quase gozo na hora. E ele fala:

- Ta sentindo? To dentro de você.

Ele me pega pela cintura, leva até a cama e sem tirar de dentro deita sobre mim. Sinto o peso do seu corpo, ele começa um vai vem bem devagar, a pica pulsa dentro de mim, meu cu pisca a cada estocada, o ritmos das socadas vão aumentando, me agarra pelos ombros me puxando pra baixo, enterra a pica até o talo, respiração forte, seu corpo suado, ele funga na minha nuca, parece que ele quer me rasgar ao meio. Ele urra alto, soca cada vez mais forte e enche meu cu de porra. Lentamente ele vai diminuindo as socadas, a respiração volta ao normal, agora sinto todo o peso do seu corpo sobre o meu, a pica continua dura.

Carinhosamente ele começa a falar:

Ah! Muluque. Tu é muito gostoso, que cu apertadinho, vou te comer todo dia, esse cu agora é meu, que delicia de cu.

E começa a socar novamente até encher meu cu de porra pela segunda vez. Devagarzinho ele vai saindo, sinto meu cu arder, ele deita do meu lado, pergunta se ta tudo bem, respondo que sim.

O Erik pergunta com aquela cara de safado de sempre.

- E ai Markinho. Ficou umas preguinhas pra mim? Eu não quero comer cu froxo não

E o Rodrigo responde:

- Agora já era C não comeu primeiro, tem mais jeito não, eu arranquei todas.

E começam a rir.

- E ai Markinho como C ta? Pergunta o Rodrigo

- Ta doendo pra Ca ralho. Respondo

- C qué o que? Na primeira vez de dá, leva duas fincada direto! Sá pode é ta doendo e muito. Diz o Erik

- O cu desse muleque é muito gostoso. Diz o Rodrigo

- É Drigão C ta fudido vai ter que da conta de dois. Diz o Erik

- Esquenta não daqui a pouco já to prontinho de novo. Diz o Rodrigo

O Erik pega na pica do Rodrigo e fica brincando com ela jogando de um lado pro outro. Eles estão tão acostumados um com o outro que eu nem sei como explicar. Pra eles tudo aquilo é a coisa mais natural do mundo. Deixo os dois no quarto e vou ao banheiro passo a mão no cu fico assustado, ele ta arrombado meus dedos entram com facilidade. Começa a sair um quantidade enorme de porra misturada com sangue. volto correndo pro quarto preocupado, o Rodrigo da uma examinada e me acalma diz que ta tudo bem que eu sentirei dor por um três dias e que depois de um banho ele começa a fechar e logo voltara ao normal. O Erik ri da minha cara. Ele baixa a cueca arreganha a bunda mostrando o cu pra mim e diz:

- Deixa de ser bobo. Olha ai meu cu como ta. O Rodrigo me come direto

- Vamos lá tomar banho C vai ver que ele vai voltar ao normal. Diz o Rodrigo

Fomos os três pro banheiro, os dois zuaram muito comigo. Fizemos um lanche voltamos pro quarto e pela primeira vez vi o Rodrigo metendo ferro no Erik. Depois disso rolou muita putaria entre nás. Fizemos de tudo e mais um pouco. às vezes sá com Erik, outras sá com o Rodrigo. Tudo que sei de sacanagem aprendi com esse dois. Hoje estou casado, moro em Guarulhos, o Erik também casado mora em Santos. O Rodrigo é solteiro e ainda mora em Itanhaém, ele diz que o negocio dele é cu, por isso não casou. Raramente eu os vejo, mas sempre que agente se encontra rola putaria. Esse conto e real por isso foi longo. Espero que tenham gostado.



Abraço a todos



Marcos.

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