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COMI A MINHA CUNHADA COROA

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Estava em casa sozinho. Meus filhos trabalhando e minha esposa havia saído para visitar uma amiga hospitalizada. Tenho 52 anos e gosto muito da fruta.



Tocou o interfone era a minha cunhada que vinha retirar uma sacola com roupas que a irmã havia deixado para ela.



Pedi para subir.



Sempre quis comer a minha cunhada. Quando moça ela era um tesão. Agora, cinquentona, ainda está bem gostosa. 1,70 m de altura, olhos claros, corpo bem feito, em boa forma.



Ela estava bonita, maquiada, bem vestida, perfumada (perfume francês), salto alto. Ao nos cumprimentarmos o meu pau já latejou.



Eu estava em casa à vontade, de bermuda sem cueca. Sentamos no sofá em frente à televisão, olhei para as pernas dela e o pau cresceu, vi que ela disfarçou o olhar, mas eu mesmo fiquei sem graça com o volume.



Perguntei, onde ela ia tão bonita, respondeu-me que voltava de um festa ali perto e que não sabia que a minha mulher não estava.



Disse que demoraria para chegar pois o hospital era distante. Reparando no seu corpo verifiquei que os seus seios estavam rijos e empinados e lembrei-me que ela havia colocado silicone há pouco tempo.



Perguntei como tinha sido a operação plástica e ela respondeu que tudo bem. Quis saber se tinha ficado bom, quando ela me surpreendeu com o oferecimento:

- Quer ver?”



-Sim, claro, respondi. Ela se levantou ficou à minha frente, abriu a blusa e soltou o sutiã pelas costas . Explodiram aqueles peitos firmes. Fiquei encantado. Ela disse:

- pode apalpar. Não tive dúvida.



-Que delícia, disse a ela. E parecem terem ficado proporcionais com o restante do corpo. Deixa eu verificar... e fui logo abaixando a sua saia. Ela estava com uma calcinha mínima, linda, vermelha como o sutiã, depilada uma delícia.



Não tive dúvida. Levantei-me e abracei-a encostando o meu pau rijo nela. Em seguida trocamos um delicioso beijo de língua. Que boca! grade, sorriso lindo. Sempre imaginei aquela boca me chupando. A lenda diz que a boca é do tamanho da buceta . Boca grande, buceta grande.



Mamei freneticamente aqueles peitos siliconados e quando tirei a calcinha, vi que a lenda era verdadeira. Que bucetão! Carnuda ! Gostosa! Molhada! Quente e Cheirosa. Cheiro de buceta perfumada, bem tratada com cremes caros.



Joguei-a no sofá e cai de boca naquele bucetão maravilhoso. Apás lambê-la de fio a pavio, mordiscar os grandes lábios, detive-me em seu clitoris. Ela estava adorando. Arreganhei as suas pernas e comecei a lamber o cuzinho docinho. Enfiei um dedo, dois dedos e ela gemia de prazer. Voltei à buceta, mandando a língua.



Quando parei para tomar fôlego, ela se sentou e pediu-me para levantar. Abaixou a minha bermunda e o meu sonho se realizou, aquela bocona cheia de baton, passou a engolir o meu cacete, enfatizando a cabeça que chupava como uma bola de sorvete. Fui às nuvens e o caralho ficou vermelho de baton.



Hora de meter. Ergui as suas pernas na posição de frango assado e enterrei em sua buceta. Que delícia! Quente, Molhada . Ela gemia muito e estava eufárica no vai e vem.



-Não, não para, não para, disse ela.



Mas era o momento do cuzinho.



Coloqueia de quatro e penetrei a buceta molhada e, em seguida, pressionei a cabeça do caralho em seu cuzinho, sem forçar muito para não machucar. Mas o cu já estava piscando. Pedi a ela que fizesse força como se fosse fazer cocô. Quando o cu se abriu empurrei quase metade. Fiquei imável para não doer, daí uns instantes ela prápria começou o vai e vem, e foi até o saco. Em seguida ela me empurrou para trás e sentou em cima do meu mastro cavalgando freneticamente com ele no cu. Enquanto isso, com o dedo, eu esfregava o seu clitoris com agilidade. Ela gozou . Eu com o pau duro ainda, coloquei-a de quatro novamente e dei início à movimentação. Ela já estava mole, frouxa. Sá ouvia o seu gemido. Acelerei e gozei como nunca.



Ela se recompôs, vestiu-se e disse que precisava ir embora.



Uma hora mais tarde, a minha esposa chegou e eu comentei:

- a sua irmã passou por aqui

Quando ela perguntou

-ela levou a sacola?

- Ah levou... (respondi), levou tudo ( pensei).





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