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LEITE DO MEU LEITE (PAI E FILHO) 2

Ele, talvez, nem tenha percebido. Ou não ligou. Afinal ele também estava batendo punheta, e fazia isso com o filho na sua frente. Ele também foi bem safado e puto. Claro que foi. Aquela gozada espetacular que ele deu não foi por causa de uma simples punheta, como tantas outras que, pelo jeito, fui descobrir com esse episádio, ele costumava sempre bater em casa. Ele teve aquele orgasmo lancinante porque tocou uma punheta na presença do filho, enquanto falava com ele. Claro que foi isso. Meu pai foi um taradão, um tremendo safado. Isso foi me deixando tonto de tesão de novo, e me trouxe à cabeça todo aquele leite dele, um oceano de porra jorrado na parede do banheiro. Meu pau imediatamente respondeu e começou a ficar duro de novo. Eu tinha que ir lá conferir o leite do meu pai, a porra que me fez, o sêmen do homem que me criou. É ábvio que o pau falou mais alto que o cérebro, e tratei de ir no banheiro, e saí do quarto nu mesmo, de pau já duro, pra ver a porra dele na parede e no chão. Passei pela porta e vi a poça da minha prápria porra na entrada - não tinha como sair do banheiro sem ver aquilo, mas estava tão tarado pela porra do meu pai que nem liguei pra isso. E lá estava o porra dele, branca e viscosa, amontoada na parede e escorrendo lentamente, fazendo uma lagoa de leite de macho maduro no chão que cheirava forte no banheiro inteiro. Fiquei doido com aquilo, com a aparência, com o cheiro, era a porra do meu pai, era tesão demais ver aquilo e saber que ela foi gozada tão fartamente por uma punheta que ele bateu por estar tão excitado me vendo junto dele. Ajoelhei e então me entreguei à loucura: esfreguei meu pau duro na parede e no chão, lambuzando meu pau na porra do meu pai, cobrindo ele todo com o leite e comecei a bater uma punheta safada. Estava louco, completamente tomado pelo tesão de ter a porra do meu pai lubrificando a minha punheta e o cheiro de porra dele me deixava ainda mais descontrolado. A sensação era indescritível, apoiei a mão direita no chão atrás do meu corpo e soquei com violência uma punheta sentindo o sêmen viscoso do meu pai e sem tirar o olho do leite dele na minha rola, no chão e na parede. Foi aí que olhei para a porta e vi que meu pai estava ali, parado, a pouco mais de um metro de mim, em pé, assistindo à cena com a mão punhetando com força o pauzão rígido. Gelei de susto e surpresa. Estava tão hipnotizado pelas sensações de prazer que não me dei conta que meu pai deveria estar ali o tempo todo observando o filho empapar o pau com a porra dele e se masturbar feito um doido. Eu agora estava entre o susto e o transe de ver meu pai, agora sem qualquer obstáculo, tocando punheta feito um tarado na minha frente. Era uma das coisas mais lindas e eráticas que poderia ver na vida. Não levou alguns segundos e meu pai, que não parava de se punhetar, fez sinal com a cabeça pra eu continuar. Imediatamente reiniciei, como filho obediente que sou, e ao ver todo o prazer que eu estava sentindo ao ficar entre olhar e sentir a porra dele no meu pau e observar ele violentando a prápria vara, meu pai soltou o sorriso mais sacana que já vi na minha vida e um olhar feroz de animal no cio, completamente tomado pelo instinto sexual. Eu também respondi sorrindo, e lambi os lábios de modo bem lascivo pra provocá-lo ainda mais. Ele ficou doido, começou a urrar e gemer feito um leão enquanto maltratava o pau sem dá. De repente ele ajoelhou e esfregou o pau todinho na poça de porra que eu tinha deixado no chão, virou pra minha frente e aumentou ainda mais o ritmo da punheta no pau agora coberto no meu leite. Puta, aquilo foi um tesão sem igual. Virei pra frente dele e pressenti, como um choque elétrico percorrendo o meu corpo, que o orgasmo ia vir à galope. Meu pai já estava descontrolado na punheta, uivando feito um lobo, perdido entre o êxtase de sentir e ver minha porra no pau dele e olhar feito um tarado o filho socando uma na sua frente, também com o leite dele cobrindo o pau. Eu estava tão louco e tarado, tomado pelo tesão, que enfiei a mão na poça de porra do meu pai e lambi os dedos com vontade, saboreando o leite de meu pai com todo o prazer, sentindo aquele gosto forte e intenso de leite de macho. Isso foi demais pra mim e pra ele, que grunhiu quase explodindo de tesão "PUUTOO!!!". Aí não dava mais pra aguentar, o contato com o leite do meu pai, saboreá-lo em minha boca e ver o meu macho criador tocando punheta na minha frente feito um leão, aquilo tudo junto me lançou em um gozo extremo, e meu pai, ao pressentir isso, grunhiu animalescamente "Goza, filho, esporra pro papai!!!" Ouvir meu pai querendo que eu gozasse pra ele era meu limite final. Eu esgacei a boca ao sentir o prazer tomar meu corpo e sá consegui gritar "PAI...!!!" e esguichei jatos fartos de porra que caíram sobre a poça de porra do meu pai entre minhas pernas e os mais fortes atingiram o pau do meu pai. Ele arregalou os olhos e não se conteve, berrou, urrando de prazer e jorrou sua porra ainda mais forte que a minha, depositando o seu leite na minha poça de porra entre seus joelhos e também atingindo fartamente o meu pau, minha mão, minha barriga, peito e até minha cara e minha boca escancarada. Aquilo tudo reiniciou meu orgasmo, e os jatos seguintes saíram ainda mais intensos, com ondas de prazer tormando meu corpo enquanto eu meu esvaía em jatos de sêmen. Meu pai não se deu por vencido e continuou a jorrar feito uma mangueira leite e mais leite, lavando o chão do banheiro e empapando minha rola e meu corpo no seu leite. Quando o último jato saiu do meu cacete exausto, gemi e senti uma fadiga imensa, tamanha foi a sensação de prazer que experimentei. Meu pai ainda socava punheta e grunhia e urrava, soltando as leitadas finais sobre meu corpo, e quando o último jorro foi expulso pela sua vara de macho ele olhou pra mim, exausto, tomado pelo prazer, e sorriu um sorriso cheio de amor e orgulho. Eu estava tão cansado que balançava, a vista meio turva. Meu pai percebeu a intensidade da sensação e veio até a mim, também sôfrego, se arrastando com o corpo fatigado de prazer, e me abraçou, me envolvendo em seus braços fortes e encostando minha cabeça em seu peito peludo e musculoso. Abracei meu pai com força, acariciando seu corpão malhado, sentindo os pelos suaves pelo corpo e, completamente tomado pelo amor dele, o olhei e vi que ele também me olhava, cheio de ternura. Ele disse "filho...". Eu nem deixei ele terminar, apenas disse meigamente "Eu sei, pai! Também te amo!". Ele sorriu de novo, cheio de alegria por ter sido compreendido, beijou com amor a minha testa e começou a lamber a sua prápria porra da minha cara. Eu ria, louco de contente por estar vivendo aquele momento de proximidade tão intensa com meu pai. Ele sorveu o práprio sêmen com prazer e também riu, me olhando como uma criança que acabava de sair do parque de diversões e me deu um selinho molhado com sua porra nos meus lábios que me arrepiou inteiro. Continuamos abraçados, eu todo melado na porra do meu pai, feliz da vida, e ele, enorme, envolvendo meu corpo, e sua rola, que cobria meu cacete, pulsava e começava a crescer novamente. A minha, claro, também latejava de tesão e reagiu, endurecendo rapidamente. Ele olhou para nossas varas, agora já lutando duras, uma contra a outra, e de repente, com um olhar sacana, começou a acariciar a minha bunda, com os dedos quase no buraco do meu cu, e disse: "acho que precisamos tomar um banho...juntos?". Respondi, sorrindo e cheio de animação. "Sim, pai. Quero muito!"

É. A porta estava aberta...pra muito mais.



CONTINUA...

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