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PEGUEI A GURIA

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Pegando a guriarnrnMeu nome é Carlos, tinha 41 anos na época em que o fato aconteceu, em outubro de 2010. Apesar de casado, gosto de dar umas escapadinhas de vez em quando - a muito famosa e incompreendida "pulada de cerca". Sou um cara normal, branco, com 1,75 de altura, 85 quilos e um belo cacete de 18cm, grosso. rnUm local excelente para se encontrar garotas, de programa ou não, é pela internet, nas salas de bate-papo. Pois foi com essa intenção que agi naquela sexta-feira, já por volta de 20h. O dia tinha sido de trabalho intenso, e uma forma de pelo menos relaxar era conversar com alguma menina, de programa ou não. O detalhe triste daquele dia era que a conexão com a net estava desgraçadamente ruim. Tentei por vários minutos acessar o BP do UOL e nada. Estava quase desistindo quando enfim consigo entrar numa das salas, o que não me animou muito. É comum gastar um dia inteiro procurando e encontrar nada que valha a pena, nem mesmo entre as que se precisa pagar. Mas naquela noite consegui ganhar na loteria. A primeira usuária que abordei tinha o sugestivo nick de "anjinha". Chamei sua atenção e começamos a conversar, e ficamos nisso por uns bons vinte minutos. Por causa do problema com a conexão, não era possível passar para um programa de mensagens instantâneas, o que é útil por que no caso de perda de conexão - e isso iria acontecer a qualquer momento. Mas isso não foi necessário, pois ela me passou logo seu número de telefone. Tinha 19 anos e pela descrição que me fez era realmente uma gata - ou então, como infelizmente já havia me acontecido certa vez, não passar de um desses travestis que falam contigo e sá ao final revelam a sua condição. rnMas não. Como já falei, tirei a sorte grande nesse dia. Insisti em vê-la naquela mesma noite. Ela esboçou uma pequena resistência, mas acabou aceitando, sob a condição de que apenas iríamos conversar.rnEm menos de quinze minutos estava eu já onde havíamos combinado de nos encontrar, práximo a um posto de combustível, na entrada da cidade (não vou dizer qual porque é irrelevante). Fiquei aguardando por cerca de dez minutos no local, e logo vejo se aproximar uma guria esbelta, cabelos não exatamente arrumados - ela estava em casa e me disse que não tinha a intenção de sair naquela noite, e sá o fez porque eu havia garantido que iríamos apenas conversar. rnE foi isso o que fizemos pela meia hora seguinte, dentro do meu carro. Ali fiquei sabendo que ela estava saindo de um breve relacionamento. Estava morando novamente com os pais. A conversa fluiu muito boa, o que me animou a convidá-la para dar uma voltinha de carro, porque ficar ali parado não era recomendável, argumentei. Ela topou. Detalhe: estávamos numa área da cidade conhecida pelos vários motéis que existem, mas não entrei em nenhum deles. Passamos por eles, atravessamos o centro da cidade e fomos para outro bairro, também bastante conhecido por concentrar grande número de motéis. Mas a essa altura do campeonato já estávamos falando abertamente de sexo. Evidente que ela percebeu que não iria apenas dar uma voltinha de carro, tanto que me contou uma de suas experiências recentes que havia experimentado num daqueles motéis. Segundo ela, um amigo gay seu a havia convidado para celebrar seu aniversario num motel, e ela aceitou, e pode ver o que, segundo me disse, as mais variadas sacanagens de sexo entre caras, inclusive alguns casados, que não se importavam de numa suite do tal motel transar com gays e travestis. A menina era safada e bem experiente. rnBom, entramos no tal motel em ela tinha estado nessa festa de aniversario apenas para perder tempo: todas as suítes estavam ocupadas, mas a cerca de 500 metros havia outro. Fomos pra lá.rnDemos uma tremenda sorte, porque pegamos uma suite enorme, preparada para abrigar até três carros e que estava sendo inaugurada naquela noite. Ou seja, tudo novinho em folha, sem cheiros característicos desses locais, principalmente de cigarro. Ela ficou encantada e eu também gostei muito, apesar de saber que iria me custar um pouco mais do que eu estava habitualmente acostumado a pagar. rnNunca havia usufruído, até aquela noite de coisas como aquelas banheiras enormes. Como sou casado, meu tempo sempre é curto e não vou perde-lo me banhando desnecessariamente num quarto de motel. Mas naquela noite resolvi abrir una exceção, mas devo dizer que a idéia não foi das melhores. Explico: naquele dia havia chovido intensamente à tarde e a temperatura havia baixado bastante, como acontece na região norte do país.rnBom, com frio, ambos saímos da tal banheira, que ademais era extremamente barulhenta. Daí, nos secamos e fomos para a enorme e bela cama. Peguei a guria com vontade, naquele momento estava estourando de tanto tesão, e ela já havia percebido pelo jeito como olhava meu pau, que estava apontando pro teto do quarto enquanto eu andava pela enorme suite, certamente dimensionada para varias pessoas, para surubas mesmo.rnCai de boca na buceta da gata, que era lisinha. Chupei com vontade. Ficamos posicionados para um 69 e nisso ficamos por um bom tempo. Estava a ponto de gozar, mas acabava me segurando, coisa que aprendi com o tempo. Aos que se interessarem, é muito simples: não ser afoito e parar a penetração quando perceber que irá atingir o clímax; é preciso algum autocontrole mas a recompensa é incrível. rnPedi que era ficasse na posição papai e mamãe e, com um travesseiros sob sua bunda, comecei a penetrá-la, apás ter colocado a necessária camisinha. Fodemos bastante, e eu sempre segurando a ejaculação. Queria gozar dentro de seu cuzinho, coisa que adoro fazer. Apesar de todo o cuidado, do gel aplicado no seu anelzinho e dos beijos e carinhos que lhe fiz, ela não aguentou a dor quando tentei penetrar a sua argolinha. Disse que não tinha problema e retirei a camisinha, colocando outra. Variamos as posições, pedi que ela sentasse no meu pau. Depois, com ela já de quatro, bombei bastante. Ela gemia, e pedia pra eu meter gostoso. Por fim, quando senti que não daria mais para segurar, tirei a camisinha e pedi para ela chupar meu cacete. Caramba, estava a ponto de explodir, e apesar de não ter sido a melhor chupada que me deram, foi com certeza a que produziu resultados jamais visto por mim. Comecei a arfar e a me punhetar de joelhos na cama ao mesmo tempo em que a guria afastava seu rosto para uma distancia segura, e então comecei a ejacular: um, dois, três, quatro, cinco abundantes e intensos jatos de liquido branco e espesso, que subiu a muitos centímetros. Sinceramente não tenho lembrança de ter esporrado tanto e tão intensamente até aquela ocasião. Ao mesmo tempo em que me observava, ela exclamou: "olha aí o filhão!". Achei engraçado, mas ainda tava expelindo as ultimas gotas de sêmen, e, arfando intensamente, desabei na cama. Por obvio que ela, assim como eu, também tinha ficado impressionada com os jatos de liquido que agora encharcava boa parte do colchão.rnBom, vida de casado vadio não permite maiores perdas de tempo, apás alcançada a conquista máxima. O senso de urgência me caiu na frente, e fui tomar um banho, já pensando no que iria dizer ao chegar em casa. rnLevei a moça de volta onde a tinha pegado e voei para casa, onde encontro minha esposa deitada na cama, vendo televisão. Apesar de não satisfeita pela hora em que havia chegado, apenas perguntou onde eu estava e o que estava fazendo. Respondi o ábvio: "Trabalhando, meu amor!!!". Fui beijar minhas filhas, que já estavam nas camas, prontas para dormir, fui tomar meu banho, comer alguma coisa e em seguida dormir, porque estava cansado por demais. rnEsse é um conto. Se real ou não, deixo aos leitores a decisão; opinem aí.

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