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CAGUEI NO PAUZÃO

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Estava de férias e não viajei porque meu marido não pode tirar férias junto, então passava os dias fazendo esteira na academia e assistindo televisão até que comecei a trepar com o vizinho Paulo que é deliciosamente bem dotado. Na primeira transa adorei ser enrabada por ele mas fiquei constrangida porque sujei seu pau. Ele não reclamou nem sequer demonstrou nojo mas ainda assim fiquei chateada. Dois dias depois eu entrava no elevador cansada e suada depois de uma hora de esteira e um calor de 30 graus quando o elevador, em vez de subir para o 20ª andar, desceu para o 3ª SS e Paulo abriu a porta carregando uma mochila. Ele voltava da faculdade e estava todo suado devido ao calor. Quando me viu abriu um sorriso e falou que fazia dois dias que sá pensava em mim. Perguntei se pensou em mim quando saiu com a namorada e ele respondeu que a amava muito mas ela não era metadeda mulher que eu sou e além disso eu não poderia reclamar de ciúmes pois era casada. Concordei a contragosto e calei-e. Quando descemos do elevador ele me agarrou e me beijou de surpresa. Fiquei toda derretida com su investida e o convidei para entrar em casa. Ele topou na hora abrindo um sorriso lindo. Ele já ia me agarrando enquanto eu fechava a porta mas e disse para ele esperar na sala. Quando me virei para a sala estava ele em pé ao lado do sofá com a calça arriada e o pauzão apontado para cima. Andei em sua direção e cai de joelhos na sua frente. abocanhei seu mastro e lambi sua glande que exalava cheiro de macho. Mal entrava a glande na minha boca e tinha que punhetá-lo com as duas mãos. Abaixava para lamber-lhe o saco e voltava para a cabeça de soltava uma gotas cristalinas de porra declarando o tesão que senti naquele momento. Ele falou que estava louco para me enrabar de novo e avisei-o de que demoraria um pouco pois tinha que fazer a higiene anal. Ele falou que tudo bem e me levou para o quarto. Tirei a roupa e fui para o banheiro mas antes que chegasse ele me puxou e me jogou na cama dizendo que jamais deixaria eu me lavar sem antes me chupar inteirinha e me deu um verdadeiro banho de gato. Sua lingua percorreu cada milímetro de meu corpo recolhendo todo meu suor. Fiquei louca de tesão quando ele lambeu meus pés e entre meus dedos. Ele não se importava com xulé (tenho sá um pouquinho quando uso tênis). Sua língua percorreu mnhas coxas até chegar na xoxota e ele me elogiou por ter uma xaninha tão cheirosa. Depois sua língua percorreu meu rego e tentou entrar no meu cuzinho. Cheguei a ficar de quatro para facilitar a penetração. Ele falava que meu cuzinho suadinho era muito cheiroso e gostoso. Então senti uma gota geladinha no botão. O safado havia pego o gel no meu criado mudo. Falei que precisava me limpar antes mas ele fingiu-se de surdo e enfiou um dedo no meu cuzinho. Logo eram dois dedos alargando minhas pregas. Ele chegou a colocar três dedos mas rapidamente encostou o cabeção no meu lolá. Senti a pressão do pau contra meu cuzinho e a dor veio forte. Falei para ele colocar mais gel e ficar deitado para eu controlar a penetração mas ele apenas disse não. Colocou mais gel e voltou a forçar o pau na minha bunda. Reclamei da dor mas ele continuou forçando. Quando a cabeça entrou eu dei um grito de dor e o xinguei. Ele mandou eu calar a boca porque eu gostava de ser arrombada. Ele não esperou meu cu se acostumar com sua tora e forçou o retro para dentro. Meus olhos se encheram de lágrimas e falei que ele era um maldito sádico. Ele continuou metendo e disse que se eu não estivesse concordando não estaria de quatro na cama pois em momento algum ele havia me segurado ou forçado a nada. Calei-me novamente pois o que eu mais queria era ser enrabada por ele. Ele socava com força fazendo eu gemer de dor e principalmente de tesão. Aos poucos a dor diminuia e o tesão aumentava até que gozei. tentei piscar o cu mas devido ao calibre do moço havia perdido qualquer controle sobre meus esfincters. Seus 26cm deliciosamente grossos entravam e saiam das minhas tripas como se estivesse fodendo uma xoxota velha que parira 20 filhos. Ele me arrombara e metia sem dá. Eu não reclamava, apenas gozava pela segunda vez e torcia para ele gozar logo e tirar o pau limpinho, sem nenhum recadinho. Ele comeu minha bunda por quase meia hora. Meu cu estava assado e ardia. Eu já havia gozado inúmeras vezes. Então ele me abraçou e me levantou da cama forçando com uma mão meu quadril contra sua virilha para que seu pau não saisse do meu cu e me levou para o banheiro. Dentro do box ele ligou o chuveiro e passou a meter mais rápido ainda anunciando o gozo. Eu estava curvada me segurando no registro de água quando senti seu pau ficar mais grosso e duro e depois uma sensação de calor dentro de mim: era sua ejaculação que alagava meu intestino. De repente ele tirou o pau do meu cu e me virou fazendo meu rosto quase tocar seu pau e disse: Lava meu pau e chupa, sua vaca. Seu pau estava marrom, totalmente coberto de merda. Havia uma camada de merda espessa que aumentava a grossura do pau. Era a visão do inferno para mim. Estava envergonhada por ter cagado em seu pau e ele, ao notar que eu estava parada repetiu: Lava meu pau e chupa, sua vaca. E ameaçou: se não lavar logo, vai chupá-lo sujo mesmo. Peguei o sabonete e lavei seu pau. O cheiro de merda não me incomodava tanto quanto a vergonha que sentia. Escorria no chão água marrom e pedaços de merda que parava na gradinha do ralo. Quando deixei o pau limpinho resolvi ficar de joelhos no box pois a posição de cácoras estava doendo e coloquei o pé em algo macio. Virei-me para ver o que era e vi um monte de merda. Meu cu fora arrombado de tal forma que não senti que cagava quando estava de cácoras. Paulo, ao ver a merda, riu e disse que sabia que eu era uma cagona. Fiquei curvada para jogar água na merda para dissolvê-la e fazê-la passar pelo ralo e senti que Paulo encostava o pau na minha bunda. então sua pica entrou no meu cu causando-lhe surpresa. Ele havia lamusado o pau com condicionador e o pau entrou feito quiabo. Eu gemia de tesão com a enrabada e me concentrava em dissolver a merda no chão. Paulo falou para eu apertar a merda com as mãos que dissolveria mais rápido e eu disse que tinha nojo. Então ele me lembrou que eu limpara seu pau com as mãos e a bosta era a mesma. Fiquei de quatro e passei a espremer a merda com as mãos enquanto sentia sua jeba entrando e saindo do meu intestino. Sentia nojo por estar amassando merda mas, para minha surpresa e indignação, gozei. E foi um orgasmo forte que fez eu fechar os olhos e cerrar os punhos. Quando abri os olhos vi que a merda da minha mão vazara por entre os dedos e fiquei mais enojada ainda. O cheiro de merda estava muito forte mas me excitava. Paulo falou que meu gozo quase estrangulou seu pau e que ele quase gozara com a pressão. Então tirou o pau do meu cu e mandou eu chupar. Estava sujo de merda de novo mas não havia placas de merda como na vez anterior. Peguei o chuveirinho e ele disse que era para eu limpar com a língua. Disse que não e ele me pegou pelos cabelos e enfiou o cabeção na minha boca. Quase vomitei no início mas depois aceitei suas ordens pois aquilo me excitava. Quando a pica estava limpinha, ele bateu uma punheta e gozou na minha cara. Eu recolhia sua porra com os dedos e a levava para a boca. Não perdi uma gota sequer. Meu montinho de merda estava praticamente dissolvido e nos lavamos com muito cuidado. No quarto ele comeu minha xoxota e eu gozei várias vezes, mas nenhuma se comparou com o orgasmo no box. Foi a primeira vez que trepei em contato com merda e estou ansiosa para repetir a dose.

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