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UNIVERSITÁRIO

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Era início de ano. A mudança de cidade, a novidade de morar sozinho, longe de casa, a faculdade, enfim, tudo era excitante e eu estava super entusiasmado para iniciar uma vida nova. Novos amigos, quem sabe uma namorada ou então muita farra. Estava deixando para trás todas as relações de amizade da infância e juventude. Mas não fazia a menor idéia do que estava me esperando.



Inicialmente fui morar numa pensão, até decidir o que fazer. Provavelmente alugar um pequeno apartamento perto da faculdade. Sem pressa, pois eu estava afim de curtir todas essas novas experiências.



Descobri no quadro de avisos da escola, um anúncio para dividir um apê. Dois quartos, não tão perto quanto eu queria, mas num bairro muito bom. Marquei de ir conhecer o local no dia seguinte.



Na hora combinada, Marcos me recebeu na porta do apê. Cara simpático, falante, bem vestido. Percebi que não seria difícil conviver com ele, até porque, não era eu o primeiro a dividir um apê com ele. Nisso eu era novato e ele com certeza teria muito a me ensinar. Bem mais do que eu poderia imaginar.



Gostei do que ví e fechei com ele. Mudei no dia seguinte e dalí em diante a vida foi tomando seu rumo. Fomos nos conhecendo aos poucos e em menos de duas semanas já éramos, por assim dizer, amigos de longa data. Marcos, cursando o último ano da faculdade, dividia-se entre os estudos, o estágio e a academia (malhava duas vezes por semana). Eu, em início de curso e querendo aproveitar ao máximo, fazia todos os cursos de extensão possíveis, também pouco parava em casa.



As tarefas eram divididas democraticamente e em certos dias da semana nos tornávamos as "donas de casa", fazendo faxina, lavando as roupas, etc. Esses eram os poucos dias em que passávamos longos períodos juntos, conversando, trocando idéias e fazendo piadas. Claro, tomando umas cervejinhas também. Ainda mais quando o calor era intenso.



Minha vida social estava, naquele ponto, parada na posição zero. Não tinha feito amigos na faculdade, não saia à noite pra baladas, nem para passear e raramente ia no cinema. O Marcos, ao contrário, parecia uma locomotiva. Tinha sempre um compromisso importante e embora nunca tenha levado mulheres em nosso apê, eu tinha quase certeza que a maioria deles era com alguma gata gostosa que certamente ia ceder aos encantos daquele garanhão. Afinal, Marcos era muito bem apessoado e a academia sá acentuava suas formas másculas.



Aliás, ele sempre me lembrava do quanto eu "precisava" malhar um pouco. Algumas gordurinhas aqui e ali, embora sem estar acima do peso, não me davam aquele ar de macho gostoso. Pelo contrário, eu tinha uma certa inibição quanto do meu corpo. Nada problemático, mas sem dúvida minha pele muito branca, bem lisa e meu corpo quase sem pelos não me faziam sentir como eu gostaria. Na verdade, ao longo dos anos no colegial, tinha passado por algumas situações constrangedoras, com os colegas. Embora nunca tivesse acontecido nada, alguns caras achavam que eu era meio gay e algumas vezes chegaram a insinuar que meu corpo era quase feminino. Principalmente por ter uma bunda redonda e saliente.



Mas isso tudo tinha ficado para trás. Pelo menos era o que eu pensava.



Um dia Marcos chegou em casa todo eufárico. Tinha sido promovido e estava visivelmente "alegre" da comemoração. Chegou falando e contando como tinha sido a reunião com os chefes. Não parava de falar e me obrigou a prestar atenção em cada coisa que contava. Numa certa altura disse que precisa de um banho e foi tirando a roupa - sem parar de falar, claro.



Ficou sá de cueca. Uma boxer agarradinha, que deixava totalmente à mostra suas formas torneadas. As coxas grossas, a bunda firme e...



Não consegui resistir e me chamou a atenção seu volume sob a cueca. Pela forma dava pra imaginar como era. Meio mole, caindo para o lado e o resto, formando uma elevação grande. Fiquei olhando por um bom tempo. Pensei que ele ia tirar a cueca e eu não sabia exatamente o que fazer. Ele percebeu e foi para o banheiro. Respirei aliviado.



Dalí em diante as coisas mudaram um pouco.



Passei a evitar o Marcos mas sem dar muito na vista. Ficava imaginando como seria ele pelado, com o membro duro. Comecei a me imaginar nos braços dele. De fato, passei a desejar o Marcos. Nunca tinha sentido isso antes. Não por outro homem. Comecei a me dedicar mais às coisas da casa, assim, não teria tempo de ficar pensando muito naquilo.



Um dia, estava arrumando a cozinha e para não molhar a roupa estava usando apenas um short de malha. Bem curto e bem agarrado ao corpo. Quando ele não estava em casa, eu gostava de usar roupas insinuantes.



Então o Marcos chegou de surpresa. Como sempre, alegre, falante. Quando me viu na cozinha, não resistiu à tentação e fez uma piadinha:



- Nossa, hoje você está parecendo a mulherzinha da casa.



Sem pensar muito e sem querer respondi de imediato:



- Falta muito pra eu ser a mulherzinha da casa.



Não sei bem o que eu quis dizer com isso, nem se o Marcos entendeu, ou não entendeu. Sei lá. O fato é que ele ficou sem graça e foi pra sala, ver televisão. Enquanto eu terminava, ele tomou um banho e saiu.



Quando voltou já era bem tarde. Eu estava deitado na cama, depois de tomar um banho relaxante. Estava quase dormindo, mas ainda ouvi a porta abrir. Também ouvi qdo ele entrou no chuveiro e quando terminou seu banho. Pensei comigo, deve ter sido uma daquelas noitadas de farra. Virei para o lado, para "engatar" no sono.



Então senti uma mão grossa, firme, puxar o lençol e acariciar minhas coxas. Fingi que estava dormindo, pois não saberia mesmo o que fazer naquela situação.



A mão subiu um pouco até encontrar minha bundinha, que nessa altura já estava toda arrepiada. Delicadamente fui sendo despido. Aquilo estava me matando. Matando de tesão. Fiquei com medo de "acordar" e ele parar com aquilo, então continuei fingindo.



Sua mão desceu pelas minhas costas, alisou minha bunda novamente. Foi mais ousada dessa vez e escorregou pelo reguinho. Eu decididamente não sabia o que fazer. Tinha um homem ali, na minha cama, prestes a encostar o dedo no meu anelzinho. Mais um pouco e eu seria definitivamente penetrado. E foi o que aconteceu.



Senti quando seu dedo entrou. Respirei fundo, mas não esbocei nenhuma reação. Marcos ficou alí brincando de estrar e sair. As veses ia mais fundo do que antes. Eu já nem me dava conta mais do que estava acontecendo. Sá dava uns suspiros de prazer.



Percebi que ele mudou de posição. Tirou a mão e por um instante achei que ele ia parar com aquilo. Achei que ele não queria me acordar e por isso ia parar. Decididamente ele estava fazendo alguma coisa, mas eu me mantinha "dormindo", na esperança dele voltar a brincar.



Então aconteceu. Senti o Marcos deitando em cima de mim, pois eu já estava totalmente de bruços. Senti o peso dele me prendendo contra a cama. Seu mastro duro tocou minha bunda, encaixou no reguinho e deslisou para dentro. Estava melado e escorregou sem nenhum esforço. Apenas com o peso do seu corpo. Senti aquele volume todo duro, quentinho, procurando a entrada. Já não dava mais pra fingir e deixei escapar uma indagação:



- O que?.



Marcos então sussurrou no meu ouvido:



- Shhhh... Quietinha! Agora não vai faltar mais nada pra você ser a mulherzinha da casa.



- Heim?



Falei meio sem convicção, tentando fingir que acordava e não sabia o que estava acontecendo.



- Calminha! Vou te dar o que você mais quer. Faz tempo que estou querendo saborear essa bundinha de menina que vc tem.



Enquanto sussurrava, seu mastro encontrou a entradinha. Encaixou no anelzinho e começou a fazer pressão.



- Relaxa meu tesão. Relaxa pro teu macho entrar.



Eu não ia mesmo conseguir resistir mais e então relaxei.



Com a pressão que ele fazia, com o lubrificante melando tudo, o inevitável aconteceu. Meu anelzinho cedeu e o membro do Marcos, duro e quente, entrou.



- Aiii...



Gemi baixinho.



- Isso menina... Deixa teu macho te penetrar gostoso...



- Não!...



Mas foi um não totalmente sem convicção. Sá pra parecer que eu estava resistindo ao homem que ia me tornar femea.



- Já foi amor. Seu cabacinho já é meu. Agora vai tudo.



Marcos aumentou a pressão e eu pude sentir o resto do membro dele entrando. Abri mais as pernas para facilitar para o invasor. Foi entrando até não poder mais. Ele parou um pouco e respirou fundo.



- Que tesao de rabinho vc tem. Agora você não vai mais reclamar que não é a mulherzinha da casa.



Eu estava adorando tudo aquilo. Tinha secretamente desejado desde o primeiro instante que conheci o Marcos. Mas não ia admitir, nem mesmo para mim.



Então Marcos começou a sair de dentro de mim. Foi tirando bem devagar, até sair tudo. Senti quando a cabecinha do membro dele saiu e aliviou a pressão no meu anelzinho.



- Não... não tira...



- Quer de novo?



- ...quero



- Então pede!



- Põe... Põe outra vez...



- Isso menina. Se solta. Vou colocar tudo nesse rabinho delicioso.



Marcos não esperou nem um segundo e me penetrou novamente. Agora com mais firmeza, com a certeza de que eu estaria totalmente receptivo àquele membro grosso e duro. Quanto mais ele colocava dentro, mais eu empinava a bundinha pra ele colocar.



Então ele tirou, me virou de frente pra ele, levantou minhas pernas e entrou novamente. Agora me comendo como um macho come a sua femea. Entrou firme tudo e soltou o seu corpo em cima do meu. Sua boca procurou a minha até encontrar e selar nossa relação com um beijo demorado, molhado, gostoso.



Eu sabia que não tinha mais volta. Sabia que dalí em diante ele seria meu macho todas as noites e eu seria a femea dele.



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