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A CARONA DO PRAZER

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A CARONA DO PRAZER







Esta histária começa nos finais dos anos 70. Mais precisamente no verão de 1979. Eu, então estudante, com 19 anos, 1,70 de altura, branco, olhos verdes azulados e com uma tesão enorme por mulheres mais velhas, ou melhor, mais experientes. Nessa época, de acordo com as mulheres, possuía um olhar diferente e sedutor que as hipnotizava. Era muito comum, nesse tempo, pegar carona para se deslocar de uma cidade para outra. Não existia esse medo de assalto... Pois então, bem apessoado, porém pobre, o único recurso era pegar carona. Mas vamos ao que interessa: Estava pedindo a tal da carona em um trevo da BR 101 aqui no meu estado no sentido de ir para as praias do litoral norte para hospedar-me na casa de um amigo, quando apareceu um veículo Brasília de cor amarela na reta. Estiquei o dedão fazendo aquele tradicional pedido quando o carro parou. Para minha enorme surpresa, era uma morena linda de mais ou menos 32 anos, olhos pretos protegidos por um par de áculos redondos, lábios carnudos, cabelos negros e presos, bronzeada do sol, seios pequenos, um belo par de pernas e uma bunda maravilhosa. Seu nome: Melania, para os mais íntimos (o qual fiquei) simplesmente Mel! Tudo a ver! Com poucos minutos de conversa já sabia quase tudo da sua vida: Era carioca, descasada, bancaria, e vinha do Rio de Janeiro para assumir a gerencia de uma agencia em uma cidade do norte. Simpatizamos de cara um com outro. A viagem transcorria normalmente quando deparamos com um incidente: a pista estava interditada em um determinado trecho onde o asfalto tinha cedido devido às chuvas, a qual, sá iria liberar apás o exercito terminar de colocar uma ponte mável, já que o lugar não dava para fazer um desvio. E isso sá aconteceria no dia seguinte... Tínhamos duas opções: aguardar na fila (que era imensa) ou voltar para as cidades vizinhas e se hospedar até o dia seguinte. Ela perguntou o que eu achava... respondi-lhe que pra ela, melhor era voltar porque não tinha horário para liberar a pista. Quanto a mim, iria dar um jeito já que estudante pobre não podia se dar o luxo de ficar em hotel... Ela mais do que depressa me convidou a fazer companhia que ela bancava minha pernoite. Aceitei no ato! Garoto esperto... Enfim, depois de muitas tentativas de hospedagem conseguimos em uma pequena cidade já a quase 80 km distante da interdição. Quando fomos fazer o registro na portaria descobrimos que sá tinha um apartamento de casal de resto (o destino conspirava ao meu favor). Ela falou para o atendente que não havia problema já que éramos irmãos... O mesmo, pelo seu olhar, não acreditou muito, mas também não exigiu meus documentos. Sá o meu primeiro nome. Logo, estávamos no quarto e enquanto conversávamos notava que Mel olhava muito para as minhas pernas e para minha surpresa perguntou-me se eu a achava bonita... Disse que sim e que ela além de linda era muito sensual e que com certeza não era o único que pensava assim. Ela pareceu gostar do que eu disse e então se sentou ao meu lado e com as mãos passou a alisar o meu peito. Mel parecia muito carente e me aproveitando da situação comecei a beijá-la no pescoço e em poucos minutos já estávamos nos beijando ardentemente. Vendo aquela bela mulher se oferecendo a mim, senti meu pau endurecer instantaneamente. Sabia que nossa atração era mútua. Logo eu voltei a beijá-la, mas agora apalpando seus pequenos seios para em seguida chupá-los. Enquanto eu chupava-os ela abria sua blusa e apenas me pedia para que não fizesse nada correndo. Atendendo seu pedido fui descendo demoradamente até sua buceta que já estava apenas coberta por uma minúscula calcinha de renda. Que buceta era aquela, que de tão apertadinha parecia de uma virgem. Levantei-me e diante dela, afrouxei a minha calça e abaixei a cueca, liberando a minha vara inchada para o deleite dos olhos dela. Dominada pelo tesão, Mel deu um sorriso e, sem hesitar, meteu o pau na boca tão gulosamente que achei que não iria soltar mais. A sensação era maravilhosa, quando de repente ela girou o corpo na posição inversa ao meu e, abrindo as pernas, colocou sua buceta bem na minha cara. Não vacilei e caí de boca naquela buceta tesuda que tinha um gosto indescritível, metendo a língua fundo, fazendo-a gozar duas vezes. Mel em retribuição não parava de me chupar, lamber o saco e bater uma deliciosa punheta com os lábios quentes e carnudos. Não demorei em soltar meu primeiro gozo, com jatos fortes de porra, que ela sorveu com prazer.

Apás um descanso natural, decidimos, então, tomar um banho juntos. Debaixo da água do chuveiro, dei um banho de língua, dentes e sabonete naquela deusa. Passeava por suas orelhas e nuca até a maciez dos seus pés, que enlouquecida se limitava a gemer e se contorcer. Mamei demoradamente naquelas tetas... às vezes engolindo-as inteiras... às vezes castigando-as com minha língua sobre seus mamilos intumescidos e rosados. Já não estava mais dando para segurar, precisava comê-la! Entre carícias, fiz postar-se de quatro diante de mim, de maneira que sua maravilhosa bunda fica-se empinada e arreganhada diante de mim... tinha seu cú e sua buceta totalmente expostos para o meu prazer. Passei os dedos lentamente por aquele rego sedoso, detendo-me numa caricia especial, suave, por sobre o cuzinho apertado, de prega quase virgens... O ânus se contraiu de imediato. Enterrei-me fundo a vara na buceta num sá movimento de tesão animal. Ela gritou, xingou e rebolou. E xingando, rebolando e berrando que ela se derreteu sob a força crescente das minhas estocadas. Fodia aquela buceta ardente e apertada com violência, enquanto atacava apaixonadamente o grelinho inchado dela com uma das mãos... foi quando, sem ela esperar, cravei-lhe um dedo no seu cú. Mel pediu para tirar. Respondi com mais outro dedo. Nesse momento senti a musculatura e o calor do seu reto. Foi com dois dedos no cú, com seu grelo na minha outra mão e levando pau fundo na buceta que ela explodiu num gozo potente, gritando com se não houve amanhã, rebolando ensandecida como uma cobra... Acompanhado seu momento, me vi lançando aos berros um gozo fortíssimo e fantástico que fez meus joelhos dobrarem numa sensação plena de prazer... Quando tirei meu pau todo melado, Mel atacou abocanhando-o com uma fome tão grande que gemia de tesão enquanto chupava o mesmo. Rapidamente ela conseguiu levantar meu pau, deixando-o duro e disposto. Enquanto enxugava-a carinhosamente com uma toalha, voltei beijá-la da cabeça aos pés, deixando-a novamente a minha mercê. Carreguei-a no colo até o quarto e deitei-a na cama de bruços. Mais do que depressa, deitei-me sobre ela, fazendo sentir o peso do meu corpo em suas costas. Variando entre mordidinhas e beijinhos na nuca com suavidade e volúpia, fui introduzindo novamente minha vara naquela bucetinha, porem desta vez, bem delicadamente. Entrei, sentindo a maciez quente e sedosa da sua bunda. Ela gemeu. Estocava lentamente, num preguiçoso vai-e-vem que a fazia suspirar, enquanto mordiscava, lambia suas orelhas, chamando-a de piranha, vadia, cadela... senti que ela estava adorando! Aproveitando-me deste momento, tirei a vara dela suavemente como havia penetrado e, ajeitando-me sobre ela, mirei seu cuzinho. Percebendo a minha intenção, Mel pediu-me para parar para minha decepção... Levantou-se, mexeu em sua bolsa e voltou na mão com um creme lubrificante no qual passou em pau, e voltando a posição em que estava de quatro, pediu-me que fizesse o mesmo no seu cuzinho. Coloquei novamente não apenas um mais dois dedos, massageando e deixando-o bem relaxado, já que era muito apertado... Depois de uma tentativa, consegui finalmente enfiar todo meu pau dentro do seu cuzinho. Nessa hora, com lágrimas nos olhos pedia que eu arrombasse sem dá nenhuma. Eu, a cada estocada que dava, aumentava mais o ritmo, sentindo que Mel estava gostando de ter meu pau enfiando no seu rabo. Senti estar rasgando ela no meio, quando os meus pentelhos espremeu contra a pele macia da sua bunda. Comecei a estocar, enquanto Mel começou a relaxar e gemer gostoso... Ensandecida, procurava rebolar o máximo para aproveitar cada centímetro de vara que estufava o seu cuzinho. Cada vez pedia mais... Ataquei-lhe seu grelinho com a mão, enquanto voltava a atacar-lhe sua nuca, pescoço, rosto e lábios com minha boca faminta... Levei-a loucura. Mel anunciou aos gritos de tesão talvez o seu mais profundo orgasmo. Nunca vi até hoje, uma mulher gozar tanto. Sua buceta ensopava minha mão, seu cú mordia forte meu caralho com as intensas contrações da sua musculatura anal, enquanto sua bunda se contorcia para todos os lados com tanta vontade que temi perder o equilíbrio sobre ela. Não resistindo ao requebrado daquela fêmea, me desfiz um gozo farto e completo.

Apás essa trepada, realmente memorável, dormimos juntinhos como antigos amantes.

Pela manhã acordamos e seguimos a viagem até o trevo que me levaria para continuar curtir as minhas férias. Ao despedirmos, prometi lhe procurar em um final de semana na cidade para onde estava indo trabalhar. Nunca apareci, talvez para sua grande decepção.

Mel, se um dia você ler esse relato, saiba que aquela nossa transa foi com certeza a melhor de todas que eu tive em minha vida. E, que por muito tempo, você me viciou em coroas, sempre a procura de uma fêmea como você...



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