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A CAIPIRINHA

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A família da minha mulher tem um sítio no interior do estado, comuma área relativamente grande. Nesse sítio moram alguns empregados e um caseiro, que tambme cria gado e planta algumas coisas pra consumo práprio, e tem uma filha que é linda: ruiva, olhos azuis, seios grandes, cintura e coxas finas, bunda pequena porém notável. Seu nomeé Bárbara e ela tem 19 anos; veste-se de maneira simples, geralmente para o cotidiano usa blusas de abotoar e saia até os joelhos, porém em certas ocasiões reservadas veste-se como os jovens contemporaneos.

E foi assim que a conheci, vestindo uma calça de lycra e uma blusa preta que deixava seu umbigo de fora. Nos encantamos mutuamente, e vi que teria chance de foder aquela "potrinha". Estavamos programados para passar 2 semanas naquele sítio, portanto meu tempo era curto. No primeiro dia, fiz questão de olhar muito ela quando minha esposa não estava por perto, e Barbara notou que estava admirando-a frequentemente. Nesse dia foi feito um churrasco, com todos: minha sogra e sogro, minha esposa, e a família do caseiro,o sr. Dário. Conversei muito com eles, e com a menina também. Minha esposa não era ciumenta, então podia falar com ela sem preocupações. Não deixei de observar seus decotes, que realçavam seus seios apetitosos, e vi que ela notou meu interesse por essa parte do seu corpo.

No segundo dia, minha esposa e eu fomos dar uma volta á cavalo e encontramos com ela no pasto, chorando. Sugeri que parássemos, para ver o que acontecia.

- Bárbara, o que aconteceu? - diz minha esposa.

- Ai dona Marta, é o meu pai... ele rasgou todos os posteres que eu tinha de uns atores sem camisa! Depois abriu minha gaveta e achou uma calcinha vermelha, ele pegou ela e rasgou toda, dizendo que isso era coisa de mulher da vida e que ele não criava esse tipo de gente.

Como sou psiálogo, fui falar com ela:

- Calma Bárbara, isso é normal na sua idade!

- Meu pai diz que é pecado... eu ão acredito, mas ele diz que é coisa de mulher que nãoé direita...

- Não, não... é absolutamente normal que voce se interesse por ver homens mostrando o corpo, pois vc está na adolescencia e essa idade marca muitas mudanças...

Expliquei toda uma ladainha, ela disse que sabia de algumas coisas, outras não. Sugeri então á minha mulher que falasse sobre sexo com ela, enquanto dava uma volta pra deixá-las á sás.

Em casa, á noite, perguntei a minha mulher o que haviam conversado.

-Bem, peguntei á ela algumas coisas sobre sexo, ela me pediu segredo, mas te contarei pq é meu marido.

-Pode contar.

- Ela disse que havia visto os peões da fazenda nus algumas vezes, e que ficava exitada com isso. Perguntei sobre masturbação, ela disse que fazia algumas vezes; descobriu com uma amiga, que morava no centro do município e era colega de escola.

- Virgem?

- Não, sá fez uma vez com um namorado. A mãe dela descobriu e deu uma surra nela.

- Credo! Que gente mais retrágrada!

- Pois é!

- Acho que devo conversar com ela, como psicálogo posso ajudá-la.

- Isso! Amanhã converse com ela.

E assim o fiz. Chamei Bárbara para me mostrar um lado da fazenda, e no caminho fui falando sobre isso no caminho. Expliquei que queria apenas ajudá-la (mas na verdade queria mesmo é foder a caipiriha). Ao perguntar sobre o que achava dela mesma, disse se achar feia, pois haviam meninas muito mais bonitas que ela no colégio onde estuda.

- Mas vc é linda! Seu rosto tem belas feições, seus olhos, cabelo, corpo...

- Acha que tenho um corpo bonito?

- Erhm... sim.

- Eu acho que meus seios são grandes demais...

- Que nada, estão no tamanho ideal! Homens adoram mulheres com seios grandes.

- Isso inclui vc também? hehehe

Aquela pergunta seguida de uma risadinha me matou. Disse na cara dura que sim. Estávamos bem longe das casas, e perto de um local com árvoes, um bosquezinho. Ela me levou até lá, atrás das árvores em uma região de campina, onde havia uma pedra grande.

- Mas voce acha mesmo que meus seios são normais?

- Normais não, mas que são lindos, são!

- Ah, assim mal dá pra ver...

E foi desabotoando a camisa. Meu Deus, ela abriu a blusa e mostrou-me seus peitões lindos,com auréolas claras e grandes.

- São bonitos mesmo?

- São sim... macios, grandes... devem ter um gosto átimo!

Eu ja estava com as mãos segurando seus seios, então abocanhei um enquanto massageava o outro. Bárbara não entregava resistencia alguma, e eu mamava aqueles peitos maravilhosos. Botava minha boca até onde podia e passava a língua nos biquinhos; botei a mão entre suas pernas acariciando sua bocetinha que estava quente.

- Ai seu Felipe, bota logo ai que eu não me aguento!

Ela se deitou no chão, levantou a saia, tirou a calcinha e abriu as pernas. Que xoxota linda, rosadinha, com bastante pelos em cima! Tirei meu pau pra fora, pra admiração dela. Deixei então que ela segurasse um pouco, e sá então penetrei-a. Ela gemia enquanto eu empurrava o meu pau, dava uns gritinhos que me enchiam de tesão. Bombei primeiro devagar, depois aumntei o ritmo e fazia um vai-vém rápido e forte nela. Bárbara gemia alto, com tesão, enquanto eu fodia sua boceta e apertava seus seios. Até que começou a apertar a grama e a gemer mais forte, até relaxar-se; havia gozado.

Ela estava meio tonta da gozada, mas eu ainda estava em brasa. Levantei-a e apoei na pedra, de costas para mim.Me ajoelhei e chupei sua boceta, tomando seu gozo. Ela delirava de tesão, disse que nunca haviam feito isso nela, que se o pai dela descobrisse estavamos mortos. Mas eu nem me importava, que se foda aquele velho eu queria mesmo é ensinar as delícias do sexo pra filhinha matuta dele. Depois de lamber sua xoxota, me levantei e meti nela de novo, agora ainda mais rápido. Ela gemia muito, me deixando doido, ao ponto de pegar sua calcinha e esfregar na sua cara. Ela disse que assim era mais gostoso, então botei a calcinha dentro da boquinha dela e puxava pelos cantos, como rédea de cavalo. Aquilo foi me enchendo de tesão e senti meu gozo chegar. Gozei dentro dela mesmo, enchi de porra sua boceta.

Ficamos deitados um tempo no chão, conversando sobre a foda que havíamos dado. Ela ainda teria muita coisa pra aprender, nessas duas semanas daria tempo. Nos vestimos e voltamos pra casa. Mas combinamos de nos encontrar pra mais um passeio, no dia seguinte,o que contarei no práximo conto.



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