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A MELHOR FODA DA MINHA VIDA

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A melhor foda da minha vida. (por enquanto)



Era quarta-feira, “dia de jogo”.

A japinha mais linda e mais gostosa que existiu. Botava a Susuki e Sabrina Sato na chinela.

Estávamos juntos a quase um ano. Já tínhamos fodido de tudo que era jeito; de frente, de costas, de lado, de banda, no alto, no baixo, em mesas, carro, banheiros, drive-ins, motéis, bares apartamentos, pousadas, bancadas, corredores, quintais...

Mas nessa noite, ela estava impossível...

Chegamos a um motel que frequentávamos lá pelas seis e meia da noite. Mancando, ela reclamava de dores na coxa devido a uma foda rapidinha que tínhamos dado no dia anterior para fazer a digestão do almoço, (Não tem melhor digestivo que foder uma japonesa que foda gostoso). Dizia que agachou demais e sua coxa doía muito. Achei que exagerava, pois não demoramos tanto a ponto de doer.

Estava com a rola doendo de tão dura, pois ela veio o trajeto todo me fazendo uma gulosa bem molhada enquanto dirigia e como sá ela sabe fazer. Aí pensei comigo: Já que está mancando por quase nada, vou fuder gostoso para ela mancar com gosto.

Entramos no quarto e ela sentada na cama, engoliu todo meu cacete que parecia um coração de tanto que pulsava.

Depois de um tempo, tirei meu cacete de dentro de sua boca, a mandei ficar de quatro. Pincelei a rola na entrada da sua boceta que estava molhada e bem arregaçada, uma delicia e sem aviso prévio soquei de uma sá vez até bater no seu útero e tirando logo em seguida.

A vagabunda urrou gostoso e a porra que estava no saco veio para a ponta da cabeça do cacete rapidinho.

Fiz isso várias vezes e depois tirei a rola de dentro daquele buraco gostoso e caí de boca em sua buceta. Chupei, chupei, chupei... Além de sabarosa, estava com um cheiro..., que cheiro. Cheiro de buceta cedenta por vara.

Depois de chupar, coloquei a rola de novo dentro e bombei. Bombei até dar aquela vontade de gozar. Segurei. Mas veio aquele inicio de gozo. Tirei de dentro daquela buceta e mirei na porta daquele cuzinho que mais tarde se revelaria um puta cú e deixei escapar um pouquinho do meu caldo grosso. Esse caldo tampou todo aquele botãozinho marrom.

Voltei para a buceta e bombei, tudo isso com ela de quatro. Foi quando ele me pediu para ficar de pé, ela adora se ver no espelho enquanto é fodida. E a vagabunda também me pediu uma coisa sá se pede para um macho que gosta de fuder uma mulher de verdade: Pediu para eu fuder sua bundinha, que estava com muita vontade sentir minha rola dentro do seu buraco mais íntimo e apertado, e como não gosto de deixar minha putinha na vontade, obedeci. Sá que ao tentar entrar, a cabecinha encostou na porta do seu anel e ela se esquivou dizendo que queria trocar de posição para perto de um outro espelho que dava para se ver inteira sendo enrabada.

Nesse outro espelho, Ela segurou minha rola e direcionou na entrada do seu cuzinho, que delicia.

Já tinha comido aquele cú várias vezes, de várias formas, na maioria das vezes sem lubrificante, pois meu cacete parecia feito para entrar ali. Mas nesse dia seu cú estava muito diferente, cremoso e macio.

De pé ela me engoliu até o talo fazendo vai e vem frenético,implorando para eu gozar, sá que eu sá queria era fuder mais. Ela gozou feito uma cadela no cio com minha rola enfiada no seu rabo e pediu para eu dar um tempo, que precisava ir ao banheiro, dizia que dar o cú era como um laxante. Tudo bem, eu disse, desde que me desse o cú quando voltasse sem frecura. E ela concordou., fui eu me lavar e

depois dela usar o banheiro foi se lavar e descobriu que o ralo do banheiro estava entupido. Me chamou, tentei desentupir, mas na realidade eu já tinha desentupido o que eu queria, que era aquele cú oriental, ele estava pronto para o meu uso; aberto e limpinho para eu usar e abusar, entrar e sair, entrar e sair de novo.

Pedimos outro quarto e fomos rápido, pois meu cacete estava carente, com frio e precisava entrar naquele buraco quente.

Entramos, ela tomou banho e voltou para a cama, dei uma chupada bem gostosa em todo seu corpo, alternava com algumas estocadas em sua buceta. Ficamos de pé e entrei de novo naquele cú macio, bem gostoso. Bombei até ela gozar e me pedir para ir ao banheiro mais uma vez... que merda. Perguntei se ela queria que eu me lavasse de novo e ela não me respondeu. Saiu do banheiro e disse que era psicolágico e que não tinha nada mais para sair daquele cuzinho (mas eu tinha pra colocar pra dentro).

Quando ela saiu do banheiro veio até a cama, deitou-se e caiu de boca na minha rola, rola que tinha acabado de sair do seu cú. Pirei..., Agora... quando ela sentada colocou minha pica dentro da buceta..., meu pau que tinha entrado e feito ela gozar pelo cú, me surpreendi. Ela até achou que tinha me decepcionado por estar na buceta, mas ao contrário, fiquei super feliz, não soube reagir com a expressão do meu rosto, mas com a rola eu sabia o que fazer. Pedi para ela tirar da buceta e enterrar toda a vara no cú outra vez e foi o que ela fez, descendo macio até sumir lá dentro. Agachou algumas vezes e a peguei pela cintura e a coloqei na posição de papai-mamãe, com a rola no cú. Olhei para aquele rosto... estava tão linda com aquela carinha de japonesinha vadia, puta arrombada, meu pau entrando e saindo fácil daquele buraco que antes apertado, agora não oferecendo resistência.Seu buraco mais íntimo. E não resistindo, matei minha vontade. Tirei do cú rapidamente e soquei em sua buceta com força, ah... que gostoso.

Soquei algumas vezes e voltei para o cú, soquei e voltei para a buceta e assim fiz muitas vezes até que comecei a dar uma sá estocada em cada buraco, era uma estocada e um gemido gostoso, outra estocada e outro gemido. Buceta, cú, buceta, cú, buceta, cú .Perguntava para ela onde estava meu cacete e ela respondia: Ta no cú, depois: Ta na buceta, e ia trocando. Bombei muito e ela estava quase gozando, e vendo que eu não demoraria para enche-la de porra, me pediu para gozar um pouco em cada buraco. Perguntei para ela: Em qual primeiro? Ela me respondeu: Primeiro na buceta e termina no meu cù.

Obedeci.

E para completar disse para eu olhar a porra escorrendo pelos buracos.

Que foda!



Saiu mancando... Agora sim

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