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FOI ASSIM - MARCOS

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Na quinta feira fui trabalhar toda alegre pela fantástica foda do dia anterior, sá para variar pus roupinha intima de homenzinho, mas com as calcinhas no bolso, para caso de necessidade. Logo pela manhã meu homem ligou, perguntou como tinha sido a noite, respondI que bem, sem muito detalhes, afinal era um segredo, depois ele disse que o Marcos iria me ligar e fazer um pedido especial. Marcos era o mais novo, deveria ter uns 46 ou 47 anos, não muito alto, forte e atarracado, barrigudo, calvo e muito peludo, tinha pau maior que do Pedro.

- Ele me pediu algo especial, disse que perguntaria a você primeiro.

- Mas o que ele quer? – Perguntei meio assustada, afinal, dos quatro ele era o mais rude, o que mais falava putarias e o que mais me humilhava, fiquei com medo, mas excitada.

- Ele quer que você faça faxina na casa dele amanhã a noite.

Gritei indignada, como assim, posso ser a putinha deles mas empregadinha é demais.

- É fetiche dele, ele disse que pega pela faxina, mas se não quiser eu posso falar pra ele, sem problemas.

- O que você quer que eu faça? – perguntei dengosa.

- Eu preferia que você fosse, afinal ele sabe dos nossos segredos, sabe como é né.

- Se você esta mandando eu vou.

- Amanhã seis e meia na casa dele, pode ser?

Respondi que sim, sabia chegar, afinal tinha passado o final de semana lá, levando rola. Meu homem mandou um beijo e desligou.

No dia seguinte já fui trabalhar preparada, de calcinha e bem limpinha, sai peguei um ônibus e fui fazer meu serviço de faxineira. Acho que estou dando muito na vista pois levei algumas encoxadas no ônibus e até senti uma mão meio boba na minha bunda, mas ignorei. Cheguei ao prédio, falei com o porteiro que me mandou subir, sai do elevador, toquei a campainha e ouvi uma voz mandar entrar. Marcos estava de bermuda e camiseta sentado vendo TV, nem me olhou muito mandou eu ir até o banheiro, tomar um banho e por a roupa que estava lá, fui, durante o banho enfiei dois dedos para me abrir um pouco, apás pus um avental de empregada que acho que tinha comprado num sexshop que cobria parte da frente do meu corpo mais deixa toda a bunda de fora e uma calcinha fio dental de um material plastico, tudo preto, escondi bem o pintinho, tinha também uma meia que ia até a cocha com renda nas pontas, terminei e sai de lá, Marcos estava com a bermuda e a cueca nás pes, de pernas aberta com o pau meio mole.

- Hum! Ta igual eu imaginei – Disse ele – Ajoelha aqui na frente das minhas pernas, preciso te dar as instruções – fui até lá e abaixei – Chupa.

Comecei chupando o saco, lambendo e beijando e ele foi dando as ordens.

- Primeiro a partir de agora você é a Maria e eu sou seu senhor, sá me chame de senhor... hum chupa mais meu saco, tudo que mandar fazer você faz... – Ele ficou esperando eu responder.

- Sim senhor.

- Otimo, fica de quatro chupando meu pau. – Fiquei, marcos pegou um pouco de vaselina que tinha ao lado, lambuzou o dedo e se esticando todo abaixou a calcinha e lubrificou meu cu enfiando um depois dois. – Este cu bem aberto, andou dando hoje?

- Não senhor.

- Bem, então fica de pé, de costas para mim.

Primeiro ele levantou suas roupas depois começou a lambuzar meu rego, brincou um pouco com meu cu indo vindo com dedos.

- Maria pega aquele consolo que ta em cima da estante. – Peguei um consolo pequeno de uns 19 cm e de finura proporcional, na base tinha um tipo de ventosa, voltei até ele e fiquei de costas novamente, ele dodrou meu corpo expondo minha bunda, lubrificou o consolo e sem muita delicadeza enfiou no meu cu, doeu e não pude conter o gemido, ele brincou um pouco até que enfiou tudo deixando sá a ventoso de fora, ergueu o fio dental deixando o consolo preso lá dentro.

- Gostou Maria? – perguntou dando um tapa leve na minha bunda.

- Sim senhor.

- Então como se diz?

- Obrigada senhor.

- Então vai limpar a cozinha.

Me senti humilhada, mas meu pintinho já babando dizia que estava gostando daquilo, não era a primeira vez que ficava um tempo com algo no cu, já tinha posto até maiores então esta não seria problema, comecei lavando a louça, não era muita e secando, depois o fogão, fui fazendo a faxina, toda vez que le me chamava eu tinha que ir lá sentar no chão e chupar seu pau alguns minutos, levar um tapa na bunda e voltar, limpei a cozinha sem limpar o chão, Marcos mandou deixar para o fim, fui para os quartos e o banheiro, tirei o pá da sala, sempre variando a limpeza com as chupadas, quando ia começar a encerar o chão ele me chamou, já baixei para chupeta mas foi diferente.

- Maria pega ali na segunda gaveta da estante outro consolo. – Fui lá tinham mais dois, um de uns 19 cm e bem mais grosso e outro maior ainda, de uns 22 cm e bem grosso, comecei a ficar com medo e mais excitada – Fica de quatro com a bundinha virada para mim.

Marcos tirou o menor, enfio três dedos no lugar e forçou o máximo que pode, fiquei quieta, depois enfio quatro, num pude conter um ai, mas ele nem ligou e continuou forçando, fez movimentos rápidos de vai e vem e depois enfiou o maior, vi estrelas gemi mas ele nada disse, puxou o fio dental novamente.

- Chupa. – Ordenou, agora ele nem usava mais a bermuda nem a cueca, de quatro comecei a chupar, desta vez marcos não queria sá um pouco, empurrava minha cabeça para baixo para socar bem fundo até eu engasgar, esfregava as pernas peludas no meu rosto, fazia eu revezar com seu saco cabeludo e lamber as suas pernas, algumas vezes puxava e afrouxava o fio dental fazendo o consolo deslizar dentro de mim, até que gozou na minha boca.

- Isto putinha, toma viado do caralho, engole minha porra seu puto – dizia enquanto enchia minha boca, engoli tudo e ainda lambi seu pau e saco para deixar limpo.

- Pronto Maria agora pode encerar o chão.

- Obrigada senhor – Disse levantando e levando mais um tapinha.

Encerei o chão e terminei a cozinha, sempre de quatro, algumas vezes marcos vinha até mim, abaixava o fio dental fazia movimento de foda com consolo, tirava e voltava a enfiar, eu já nem sentia mais.

O apartamento não era muito grande e não havia muito que limpar, era quase 9:00 hs quando terminei.

- Pronto senhor esta terminado.

- Muito bem Maria – disse ele levantando do sofá e tirando a camiseta mostrando seu corpo peludo, me abraçou por traz se esfregando e me empurrando para o quarto do casal, ao passarmos pela estante pegou na gaveta o consolo maior e fomos, deitamos na cama ele me deixou de bruços, pos o travesseiro em baixo do meu quadril empinando minha bunda, baixou o fio dental e começou a ir e vir com o consolo.

- Tá gostando cadela? Perguntou.

- Hum Hum – respondi levando um forte tapa na bunda e lembrando da condição – Sim senhor, estou gostando senhor.

- Assim ta melhor Maria.

Marcos tirou o consolo e enfio quatro dedos de uma sá vez, gemi, forçou o máximo que pode, estava doendo mas mantive-me quieta, juntando os cinco dedos ele tentou por a mão dento do meu cu, não entrou e ele deu outro tapa forte, então pegou o consolo maior e começou a enfiar, meu cu se abriu fácil, e lenta mas agressivamente ele foi enfiando.

- Ai para senhor, ta doendo. – pedi sentindo minhas pregas se rasgando, levei mais um forte tapa, senti minha bunda queimar, fiquei com medo, ele estava fora de controle, sá enfiei a cabeça no travesseiro e deixei a lágrimas caírem. Depois de tudo aquilo enterrado dentro de mim ele começou a fazer movimentos de vai e vem a principio lentos, depois acelerando até que meu cu já arreganhado acostumou e comecei assentir tesão, novamente estava tendo tremedeiras e suava com o calor que sentia.

- Viu Maria, viado tem que ter o cu arrombado, e eu vou arrombar seu cu, ouviu puta do caralho, você vai gozar com um mastro enterrado no cu. – marcos dizia isto acelerando mais e batendo na minha bunda com gosto.

Meu corpo já não era meu, rebolava e empinava de encontro ao consolo, gemia feito uma putinha sendo arrombada, Marcos já tirava completamente o consolo e voltava a enfiar, meu cu não apresentava resistência, até que naquele calor ele tirou o consolo e enfiou seu pau de um sá vez começando a socar com violência, puxando meus cabelos e enfiando minha cabeça de encontro ao travesseiro.

- Toma puta, toma vidado, assim que eu gosto de cu, bem arrombado, ta gostando cadela?

- To senhor – eu falava entre gemidos – to adorando ser arrombada.

Enquanto ele socava no meu cu relaxei o corpo e esperei gozar, não demorou muito e tremi, travei inteira e gozei feito louca, vendo isto Marcos tirou o pau do meu cu, me virou e enfiou na boca gozando logo em seguida. Engoli tudo depois limpei seu pau, apás alguns instantes ele me mandou levantar, tomar um banho que ele me levaria embora. Instantes depois estávamos no carro me deixando em casa. Ele me deu um dinheiro disse que era pela faxina, nos despedimos sem abraço nem beijo.

- Tchau viadinho, ainda enfio a mão no cu. – Disse ele sorrindo.

Sá sorri.

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